Senhores passageiros com destino a FANTASIA.

Queiram por gentileza sentar, apertar os cintos e Boa Viagem, Aventura e Entretenimento

Saga Derinarde

Acompanhe a história de nossa família!

Brasil

Que país é esse?

Sonhe

O Mega Canyon - Cuscuz com Picolé

Aniversários do Blog!

Estou feliz pelo aniversário

30/03/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 087


No Capítulo anterior...

Passando pela antessala notei que Amanda estava no chão, de quatro, sob a mesa.
- Que foi Amanda, você caiu? Perguntei e já me abaixei ao chão.
- Não, não caí. Perdi meu brinco. Amanda falou levando a mão á orelha, agora nua.
- Me dá dois minutos que eu acho para você. Levantei e saí correndo até a sala cofre.
Chegando lá encontrei José Reginaldo e o grupo de teste.
- Liga ai que preciso fazer uma coisa. Falei á José Reginaldo.
- Hoje você vai...
- Liga aí, liga aí, depois a gente conversa, é rapidinho, liga aí. Interrompi o que José Reginaldo tentava falar e não parei enquanto ele não pegou o tablet.
- Volto já. E saí em disparada ao encontro de Amanda.

Continuação...

Na antessala pedi para Amanda se levantar e fiz uma varredura com os olhos e em segundos falei.
- Aqui está o danadinho. E como prêmio eu vou por na sua orelhinha. Levantei com o brinco na mão e fui em direção á Amanda.
Ela sorridente como sempre, ou até mais por ter recuperado seu brinco, entregou-me a tarrachinha.
É certo que tive alguma dificuldade em prende algo tão pequeno em outro menor ainda, haja vista que os meus dedos eram grandes e grossos, mas estar tão próximo de Amada era compensador.
Ela dava pequenos risinhos enquanto eu falava algumas brincadeiras.
O cheiro daquela mulher era formidável.
Estava quase acertando quando tudo foi ao chão novamente. Amanda dera um pulo junto á um grito meio gemido quando ouviu a voz de Elen.
- O que esta acontecendo aqui? A cena realmente era incriminadora, mas inocente.
- Pô Elen, eu já tinha enfiado, só faltava por atrás, e você desencaixou tudo. Não percebi o que havia falado, mas já havia falado.
- Amanda, se dê respeito. Este não é um lugar de brincadeiras. Via-se que Elen estava brava.
- Mas... Amanda ameaçou falar, mas eu não deixei.
- Calma Elen. A Amanda perdeu o brinco e eu estava recolocando, não tinha nenhuma brincadeira aqui. Abaixei e tornei a pegar as duas pecinhas, as quais coloquei sobre a mesa.
Apontei o dedo para o rosto de Elen e disse:
- Um dia você vai perder o brinco, na verdade os dois brincos e aí você vai entender. Falei mesmo para tirar sarro de Elen. Virei ás costas e fui embora.
Mas antes de sair, olhei para Amanda e disse.
- Não deixe a Elen por os brincos em você.
Amanda ameaçou sorrir, mas olhou para Elen e ficou muito séria.
Fechei a porta e desci.
- Pronto, não falei que era rápido. Eu me dirigi á José Reginaldo.
- Muito bem Cássia Raquel vai lhe passar instruções da apresentação. Deri, a Elen lhe falou do Canadá, não?
Fiz sinal afirmativo com a cabeça.
- Pois então podem começar. Terminou de falar e foi cuidar de seus afazeres.
Fomos para a quadra e Cássia Raquel me passou as sequencias. Fez algumas correções e estava tudo liquidado.
Estes chips faziam com que horas de um atleta olímpico se transformasse em segundo para mim. Claro na memorização dos movimentos e nas partes biônicas. Eu dava um duro danado para fazer os braços, troco e tudo mais que não era biônico acompanhar, por isso que tinha treinamentos diários.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

29/03/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 086


No Capítulo anterior...

Abrimos a sacola e começamos a ler juntos enquanto tomávamos o memorável café da manhã de Aracy.
“POLICIA INTRIGADA COM HOMEM QUE IMOBILIZOU BANDIDOS”;
“FANTASIADO DESARMA, SOZINHO, MAIS DE DEZ BANDIDOS FORTEMENTE ARMADOS”;
“O INFERNO DO LADO DA POLÍCIA?”;
“DEZENAS DE POLICIAIS, DOZE BANDIDOS E UM FANTASIADO”;
As reportagens faziam alusão á vingadores, justiceiro e até á extras terrestres. Estava tudo muito divertido.
Uma das reportagens era de um jornalista chamado Luiz Nobrega Prymo, que fizera com um dos meliantes.
O chefe do bando e mentor intelectual do assalto em depoimento á polícia disse:
“Um homem grande e negro, com escamas macias em todo o corpo, com uma força e rapidez descomunal, voo por todo o salão do banco e desaparecendo em pleno ar e reaparecendo na frente do bandido armado com uma submetralhadora. Desarmou-o como que tira um doce de uma criança. Identificou-se como MEIOPARDO, a nova ordem da cidade de São Paulo.”
Eu já ouvira este nome, Luiz Nobrega Prymo. Só não lembrava onde.

Continuação...

Terminado a leitura dos jornais, nós nos despedimos e cada um seguiu o seu caminho.
O meu claro, POLI.
Ao chegar á USP decidi fazer uma visitinha á minha tutora.
Dois andares acima e lá estava eu na antessala da Doutora.
Amanda de Paula estava saindo da sala de Elen com uma enorme pasta e pela cara tinha muito serviço á fazer.
- Bom dia Amanda, A Nazi está te dando trabalho, é? Compre um “LEXOTAN”, e ponha meio comprimido no café da manhã dela. Isso vai deixar VOCÊ mais relaxada.
Entrei na sala de Elen, ainda observando o sorriso de Amanda.
- Bom dia nobre senhora doutora superintendente Elen. Falei ao entrar, porém Elen nem olhou para mim, continuo a teclar em seu computador.
Fui para o canto mais afastado da sala onde ficava uma mesinha com café, chá, água e uns biscoitinhos.
Servi-me de um chá sentei no sofá e aguardei.
Elen terminou seu texto e veio ao meu encontro.
- O que você disse quando entrou? Elen falou enquanto se servida de água.
- Ãhn, eu? Eu disse que você fica bem de cabelo curto.
- Mas eu não tenho cabelo curto, aliás, nem as pontas do cabelo eu cortei.
- Então foi do esmalte novo, por que mudou?
- Eu não uso...  Seu tonto. Elen ficou decepcionada quando entendeu a brincadeira.
- Semana que vem iremos para o Canada, ficaremos três dias na Universidade de Toronto. Entregue seu passaporte para a Amanda. Elen anunciou e continuou.
- Estamos firmando um convênio com eles e você fará uma apresentação.
- Eu ficarei sentado em uma cadeira no palco, sem me mexer ou falar? Por que você não leva um canário?
Ah, claro, é capaz de o canário cantar. Fui muito irônico.
- Não, desta vez você fará umas graças. Pedi para Cássia Raquel preparar um número para você. Será uma apresentação em uma quadra. Vai saltar e correr. Essas coisas.
- Por falar em saltar e correr, você viu essa cara do jornal, parece que ele voa e desarmou um monte de bandidos. Falei para chamar a atenção de Elen.
- Isso é bobagem. Um bando de viciados que estavam sob efeito de algum alucinógeno. Até eu dava conta deles. Elen falou desmerecendo a importância.
Agora fui eu quem ficou decepcionado com a interpretação de Elen.
- Ah, tá. Vou lá, então. Vou aprender a saltar e correr com a Cássia Raquel. Quem sabe aprender a dar a patinha também. Tchau, hein. Saí da sala fazendo menção de dar a patinha, até atravessar a porta.
Passando pela antessala notei que Amanda estava no chão, de quatro, sob a mesa.
- Que foi Amanda, você caiu? Perguntei e já me abaixei ao chão.
- Não, não caí. Perdi meu brinco. Amanda falou levando a mão á orelha, agora nua.
- Me dá dois minutos que eu acho para você. Levantei e saí correndo até a sala cofre.
Chegando lá encontrei José Reginaldo e o grupo de teste.
- Liga ai que preciso fazer uma coisa. Falei á José Reginaldo.
- Hoje você vai...
- Liga aí, liga aí, depois a gente conversa, é rapidinho, liga aí. Interrompi o que José Reginaldo tentava falar e não parei enquanto ele não pegou o tablet.
- Volto já. E saí em disparada ao encontro de Amanda.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

28/03/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 085


No Capítulo anterior...

Saltar para o poste da frente foi fácil.
Fiquei ali um bom tempo olhando a policia agir.
Parece que ninguém estava entendendo o que ocorrera.
O quê alguns dos homens faziam amarrados com fio de computador e dormindo, golpeados.
Os bandidos foram presos, mas a polícia estava atônita tentando entender o enigma.
Jornalistas e fotógrafos se misturavam á eles, pois o perigo já passara.
Um bandido que saíra algemado e acompanhado por dois policiais gritava.
- Era um “negão” que tinha escamas. O nome dele é MEIOPARDO, acho que veio do inferno! Sei lá.
Voltei para casa depois de um dia excitante.

Continuação...

Na manhã seguinte, ou não tão manhã assim, tipo onze horas, Aracy entrou no meu quarto anunciando:
- Aqueles dois maluquinhos estão aí.
Levantei meio sonolento e já entendi que quando Aracy falava de “dois maluquinhos”, só podiam ser Fernanda Furlan e Vtec Honda.
Os dois estavam na sala e Vtec com um aparelho novo na mão, ligando na tomada.
Acendeu um LED verde e mais nada.
- O que essa mente brilhante inventou agora, um aquecedor elétrico? Perguntei zombando de Vtec.
- Este é um sonorizador de múltipla frequência. Ele emite ondas de varias frequências e tamanhos, fazendo com que, sons que estejam num raio de cinco metros e tenham o ar como meio, fiquem distorcidos. Eu o chamo de silenciador. Terminou parecendo o final de um discurso para uma multidão.
Então eu o aplaudi.
- Ótimo, só espero que não toque “funk”! Continuei a zombaria.
- Não, não toca nada, aliás, é um aparelho para não deixar trafegar outras ondas de som. Se o pessoal, lá embaixo, colocou escutas aqui, nada chegará até eles. Terminou a explicação.
- Quer dizer que não precisamos mais daquela barulheira para falar? Que ótimo. Parabenizei Vtec.
- Na verdade era para ser um INTERLUX. Era para distorcer a luz, mais ainda não chequei lá, porém para a distorção do som está cem por cento.
- Acho que um dia você chega lá, Vtec, acredito muito em você. Disse isso com sinceridade.
Fernanda estava como uma daquelas ridículas sacolas amarelas e dentro havia pelo menos uns cinco quilos de jornais.
- Está vendendo jornal agora? Perguntei apontando para a sacola.
- Você está em todos os jornais, do país e alguns de fora também. Fernanda disse com um sorriso cúmplice.
Abrimos a sacola e começamos a ler juntos enquanto tomávamos o memorável café da manhã de Aracy.
“POLICIA INTRIGADA COM HOMEM QUE IMOBILIZOU BANDIDOS”;
“FANTASIADO DESARMA, SOZINHO, MAIS DE DEZ BANDIDOS FORTEMENTE ARMADOS”;
“O INFERNO DO LADO DA POLÍCIA?”;
“DEZENAS DE POLICIAIS, DOZE BANDIDOS E UM FANTASIADO”;
As reportagens faziam alusão á vingadores, justiceiro e até á extras terrestres. Estava tudo muito divertido.
Uma das reportagens era de um jornalista chamado Luiz Nobrega Prymo, que fizera com um dos meliantes.
O chefe do bando e mentor intelectual do assalto em depoimento á polícia disse:
“Um homem grande e negro, com escamas macias em todo o corpo, com uma força e rapidez descomunal, voo por todo o salão do banco e desaparecendo em pleno ar e reaparecendo na frente do bandido armado com uma submetralhadora. Desarmou-o como que tira um doce de uma criança. Identificou-se como MEIOPARDO, a nova ordem da cidade de São Paulo.”
Eu já ouvira este nome, Luiz Nobrega Prymo. Só não lembrava onde.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

27/03/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 084


No Capítulo anterior...

Ele disparou três vezes e dois impactos foram sentidos por MEIOPARDO, porém, como ainda estava na velocidade do impulso inicial, com um chute o braço do atirador foi quebrado em três parte, vim a saber depois, pelos noticiários.
Rapidamente procurei acertá-lo a fim de que não me causasse mais estragos.
Os tiros alertaram tanto o pessoal lá fora como o indivíduo que ainda restava dentro do salão, comigo.
Fiquei de pé para sentir meu corpo e verificar possíveis estragos.
Uma dor nas costelas, mas os olhos não acusavam nada vermelho ou algo que pudesse se assemelhar á sangue.
Mentalmente agradeci á Maria Teresa Aarão, Vtec Honda, Fernanda Furlan, Elizete Costa e outros, por estar bem e sem ferimentos.

Continuação...

O cara que ainda estava lá dentro, apavorado. Estava agora mais apavorado ainda, pois sabia que algum policial já adentrara ao prédio, e encostado nas paredes caminhava pelo salão apontando a metralhadora para todos os lados.
Algumas rajadas foram disparadas, mas foi a esmo.
Ele estava realmente irracional, porém não disposto a se entregar.
Sorrateiramente fui para a parte onde não era abrigada pela marquise. Eu queria ter mais área para agir.
Fiz alguns barulhos propositais para chamar a atenção do meliante.
A essa atura, a Avenida parecia uma festa, tamanha era a movimentação de policiais. Eles não sabiam o que estava acontecendo lá dentro, á não ser que tiros e mais tiros estava sendo disparados.
Quando já tinha o homem em meu campo de visão, saltei muito alto e em sua direção.
O homem, até me viu descendo sobre ele, mas seu cérebro foi muito lento em interpretar e entender o que era aquilo que vinha em sua direção.
Cai exatamente em sua frente, desarmando-o e agarrando-o pelo pescoço e braço.
- Quem é você? Você vai me matar? Ele perguntou ofegante e com os olhos tão abertos e incrédulos que por um momento pesei que fossem saltar para fora das órbitas.
- Sou o MEIOPARDO, e não vou te matar. Falei arrastando-o para uma mesa próxima onde peguei os fios de dois computadores.
Amarrei os pés, as mãos e amarei os pés nas mãos também, deixando-o deitado no chão.
Neste momento ouvi as portas de vidro quebrando. Era a policia invadindo e a minha deixa para sair.
Saltei para cima da marquise e corri para as escadas.
Foi fácil chegar ao quinto andar onde uma janela quebrada era a minha porta de saída.
Saltar para o poste da frente foi fácil.
Fiquei ali um bom tempo olhando a policia agir.
Parece que ninguém estava entendendo o que ocorrera.
O quê alguns dos homens faziam amarrados com fio de computador e dormindo, golpeados.
Os bandidos foram presos, mas a polícia estava atônita tentando entender o enigma.
Jornalistas e fotógrafos se misturavam á eles, pois o perigo já passara.
Um bandido que saíra algemado e acompanhado por dois policiais gritava.
- Era um “negão” que tinha escamas. O nome dele é MEIOPARDO, acho que veio do inferno! Sei lá.
Voltei para casa depois de um dia excitante.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

26/03/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 083


No Capítulo anterior...

Agora MEIOPARDO tinha que agir.
Do ponto em que estava o melhor caminho seria saltar para trás dos caixas e pegar os dois primeiros e foi o que fiz.
Ao chegar ao solo, silenciosamente para não despertar a atenção dos demais, deflagrei um golpe certeiro no primeiro o que chamou a atenção do segundo, porém, antes que ele pudesse tomar qualquer atitude que seja meu pé alcançou sua mandíbula, fazendo-o adormecer.
Agachado, fui para o fundo do salão, na direção do gemido, lá encontrei o ferido e seu comparsa.
Antes que me visse, muito rápido, com o pé, chutei o fuzil que estava em sua mão. Ele não acreditou no que viu.
- Você é um menino muito mau. Disse-lhe baixinho antes de fazê-lo dormir com o golpe de AIKIDO.

Continuação...

E assim foram o quarto e quinto.
Faltavam três e eu sabia onde um estava, os outros dois tinha apenas uma ideia.
A cada silencio meu, um pequeno som era capturado por meus ouvidos, sejam eles de movimento ou apenas de respiração, era passado pelo chip em minha cabeça que por sua vez capturado pelo dispositivo criado por Vtec e Fernanda e transmitido pela antena atrás de minhas orelhas á central onde agora estavam meus anjos da guarda, que processavam o som em um programa de som 3D e a voz singela de Fernanda Furlan, meu “grilo falante”, me posicionava.
- Quatro horas á seis metros e trinta e dois centímetros.
Saltei, verticalmente, para cima em direção ao teto. Onde eu estava tinha um pé direito muito alto, este local ficava fora da marquise. Meus olhos quase que fotografaram o ambiente.
Ao tocar o solo, imediatamente, um segundo salto se seguiu na direção quatro horas, á seis metros e trinta e dois centímetros.
Ao descer ao solo novamente, minha mão já estava na nuca do meliante, o qual não esboçou nenhuma reação ao dormir.
Eu me retirei dali, caminhando alguns passos para trás.
- Vejamos. Comentei ao saltar novamente, só que desta vez mais baixo. A marquise impedia coisa diferente.
- Onze horas, vinte e dois metros e quatro centímetros. Mais uma vez a precisão do Software de Vtec e a voz de Fernanda.
Em uma corrida como que em corrida de obstáculos cheguei na frente do meliante, mas por um erro de calculo, estava na frente da arma dele também.
Ele disparou três vezes e dois impactos foram sentidos por MEIOPARDO, porém, como ainda estava na velocidade do impulso inicial, com um chute o braço do atirador foi quebrado em três parte, vim a saber depois, pelos noticiários.
Rapidamente procurei acertá-lo a fim de que não me causasse mais estragos.
Os tiros alertaram tanto o pessoal lá fora como o indivíduo que ainda restava dentro do salão, comigo.
Fiquei de pé para sentir meu corpo e verificar possíveis estragos.
Uma dor nas costelas, mas os olhos não acusavam nada vermelho ou algo que pudesse se assemelhar á sangue.
Mentalmente agradeci á Maria Teresa Aarão, Vtec Honda, Fernanda Furlan, Elizete Costa e outros, por estar bem e sem ferimentos.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

25/03/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 082


No Capítulo anterior...

- São sete bandidos, dois com metralhadoras, três com fuzis e dois com pistolas automáticas. A polícia esta cercando tudo, você não tem como entrar sem ser visto. Finalizou Fernanda.
Comecei a olhar a fachada do prédio de vidros verdes da Caixa. E comentei.
- Procure uma rachadura nos vidros.
- Achei, no quinto andar, segunda da direita para a esquerda. Tem uma trinca, muito pequena no canto superior, mas o que você esta pensando em fazer? Perguntou Fernanda.
Antes de responder MEIOPARDO deu um saldo com tal força que o poste chegou a balançar soltando um dos holofotes que guardavam a grande lâmpada de vapor de sódio. O que de certo modo contribuiu para chamar a atenção de todos os presentes.
Não perceberam que a janela do quinto andar fora quebrada por algo ou por alguém que, agora, já estava dentro do prédio.

Continuação...

Desci em disparada até o segundo andar e tudo parecia calmo. Foi no primeiro andar que encontrei três meliantes agachados perto das janelas, observando o movimento e passando informações por rádio.
Cheguei, por traz, perto do primeiro homem, ele nem percebeu devido á atenção e estresse em que se encontrava, e com um golpe certeiro que aprendera nas aulas da mestra Elizete Costa acertei a nuca, fazendo-o dormir.
Da mesma forma com o segundo, ele chegou á me ver, mas também foi a ultima coisa que viu antes de dormir.
O terceiro homem percebeu minha presença e ameaçou correr, não houve tempo, as minhas pernas o alcançara em frações de segundos, incumbindo minhas mãos de fazê-lo cair nos braços de Morfeu.
- Ache algo para imobiliza-los. Falei enquanto olhava a imensa sala em que nos encontrávamos.
- Fio de computadores, há vários. Falou meu “grilo falante”.
Rapidamente estavam os três amarrados para presente.
Comecei a descer os degraus para o mezanino e térreo, onde realmente estava a bagunça.
Nenhum tiro estava sendo dado naquele momento, mas percebi que na parte mais clara do salão do térreo, embora estivessem com as luzes apagadas, a claridade da Avenida chegava á boa parte do salão, havia um corpo de bruços. Era um bandido morto.
Em outro canto, atrás de um balcão, um gemido forte de dor, quebrava o silencio que agora dominava, tanto dentro como fora do prédio.
Do mezanino, esquadrinhei, com os olhos, atenciosamente cada centímetro do que era possível e não possível de ver.
- Me posicione. Falei em voz inaudível para quem estivesse á centímetros de mim.
- Dos sete que vi lá de fora, consigo ver quatro agora. A voz de Fernanda era firme e objetiva.
- Nove horas, atrás da proteção do vigia, quatro horas, atrás do biombo com propaganda. Doze horas, parede da entrada principal e duas horas, sob o aparador na parede. Enquanto ela falava, eu ficava imóvel montando o ambiente em minha cabeça.
- O restante... Espere, o Vtec simulou o 3D do som capturado, tem um... Quatro horas, atrás do anterior, o que está gemendo está em sete horas e tem outro com ele, tem mais dois em onze horas sob o balcão dos caixas. Os detalhes passados por Fernanda fizeram um mapa em minha cabeça.
Agora MEIOPARDO tinha que agir.
Do ponto em que estava o melhor caminho seria saltar para trás dos caixas e pegar os dois primeiros e foi o que fiz.
Ao chegar ao solo, silenciosamente para não despertar a atenção dos demais, deflagrei um golpe certeiro no primeiro o que chamou a atenção do segundo, porém, antes que ele pudesse tomar qualquer atitude que seja meu pé alcançou sua mandíbula, fazendo-o adormecer.
Agachado, fui para o fundo do salão, na direção do gemido, lá encontrei o ferido e seu comparsa.
Antes que me visse, muito rápido, com o pé, chutei o fuzil que estava em sua mão. Ele não acreditou no que viu.
- Você é um menino muito mau. Disse-lhe baixinho antes de fazê-lo dormir com o golpe de AIKIDO.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

23/03/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 081


No Capítulo anterior...

A pessoa passou e não me viu.
Quem iria imaginar alguém no topo de um poste.
Saltei para outro e outro. Estava em uma esquina.
Sempre havia um poste, ou melhor, uma ponta de poste próxima.
Nada aconteceu aquela noite, pelo menos nada que precisasse de minha intervenção.
Voltei para casa e finalizamos os testes.
Fui informado por Vtec que a central ficaria em um local seguro e sigiloso, nem mesmo eu saberia onde é.
Assim a semana passou. Nas noites que o MEIOPARDO saia, a voz em minha cabeça se alternava entre Vtec e Fernanda, porém nunca mais estava só.

Continuação...

Minhas saídas noturnas se tornaram frequentes e a jornada dupla começava a ganhar uma companhia, o cansaço.
Negociei com o pessoal da POLI as manhãs livres para eu cuidar da minha vida, do meu social e utilizava este tempo para dormir e descansar.
Com o tempo e costume, MEIOPARDO adotou algumas rotas que estavam gravados em sua mente, ou melhor, em seus chips.
Estes caminhos já eram tão automáticos que certa vez ele decidiu fazer de olhos fechados, e obteve sucesso. Tanto os percursos terrestres como os aéreos, a sim, pular sobre o topo de postes foi algo que MEIOPARDO adotou.
Certa noite, tranquila e de lua cheia, muito clara, Fernanda Furlan, fazendo a vez de grilo falante, comentou na mente de MEIOPARDO:
- Tem algo acontecendo na Avenida Paulista, vai para lá enquanto tento descobrir.
Em meio á ruas quase desertas e postes altos, dois minutos depois da mensagem MEIOPARDO estava na esquina da Paulista com a Brigadeiro.
- Estou aqui, onde e o que é? Perguntou para ninguém.
- É um tiroteio de bandidos e PM na Caixa Econômica, perto do Trianon. Fernanda parecia nervosa.
MEIOPARDO se deslocou para o local e como os postes de iluminação da Avenida Paulista são muito altos e a claridade forte, ninguém conseguiria vê-lo, á não ser os helicópteros que já rodeavam, porém estavam preocupados com as atividades do solo e não um cara sobre o poste.
Observando atentamente a cena, como que gravando e utilizando os recursos de aproximação da central que Fernanda e Vtec montaram começaram a chegar instruções.
- São sete bandidos, dois com metralhadoras, três com fuzis e dois com pistolas automáticas. A polícia esta cercando tudo, você não tem como entrar sem ser visto. Finalizou Fernanda.
Comecei a olhar a fachada do prédio de vidros verdes da Caixa. E comentei.
- Procure uma rachadura nos vidros.
- Achei, no quinto andar, segunda da direita para a esquerda. Tem uma trinca, muito pequena no canto superior, mas o que você esta pensando em fazer? Perguntou Fernanda.
Antes de responder MEIOPARDO deu um saldo com tal força que o poste chegou a balançar soltando um dos holofotes que guardavam a grande lâmpada de vapor de sódio. O que de certo modo contribuiu para chamar a atenção de todos os presentes.
Não perceberam que a janela do quinto andar fora quebrada por algo ou por alguém que, agora, já estava dentro do prédio.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

22/03/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 080


No Capítulo anterior...

Uma voz ecoou dentro da minha cabeça.
- Deri, pode me ouvir?
Olhei para traz a procura de Fernanda. Não a encontrei.
- Fernanda, onde está? Perguntei não esperando resposta.
- Estou no quarto e você está olhando para o outro lado da rua, para o carro dos seguranças. A voz não estava ali, somente em minha cabeça.
Fizemos diversos testes, onde em um deles tentei ler a lateral do pneu do carro dos seguranças e não consegui, mas através de um software de aproximação, Fernanda repassou a informação para mim.
Da mesma forma, sons eram filtrados no computador e a parti disto eram-me repassadas informações que normalmente não ouvíamos.
O MEIOPARDO estava ganhando poderes extras.

Continuação...

Coloquei a roupa. Faríamos um teste real.
O MEIOPARDO saiu para a noite.
Minha cabeça falava comigo, e na voz de Fernanda.
- A visão é limitada, você não tem como caminhar por pontos altos?
Olhei ao redor, e nada.
Estava atrás de um poste. Olhei para cima e percebi que o poste tem uma beirada no topo. Os fios e suportes ficam abaixo, deixando uma beirada.
Eu me posicionei e saltei.
Com um único pé fiquei no topo do poste. Aquele dispositivo de giroestabilização era fantástico.
- Melhorou a visão. Falei para que Fernanda ouvisse.
- Bastante. Acho que você deveria caminhar sobre os fios. Fernanda falou e riu para que eu ouvisse.
- Pelos fios eu não digo, mas...
Saltei para o poste da frente.
Percebi que alguém caminhava na rua.
Sobre o poste, em um único pé, encolhi-me.
A pessoa passou e não me viu.
Quem iria imaginar alguém no topo de um poste.
Saltei para outro e outro. Estava em uma esquina.
Sempre havia um poste, ou melhor, uma ponta de poste próxima.
Nada aconteceu aquela noite, pelo menos nada que precisasse de minha intervenção.
Voltei para casa e finalizamos os testes.
Fui informado por Vtec que a central ficaria em um local seguro e sigiloso, nem mesmo eu saberia onde é.
Assim a semana passou. Nas noites que o MEIOPARDO saia, a voz em minha cabeça se alternava entre Vtec e Fernanda, porém nunca mais estava só.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

21/03/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 079


No Capítulo anterior...

De passagem, fiz sinal para Eduardo de que tudo estava bem.
Entramos no carrão e saímos.
Fernanda me levou direto para casa e no caminho falamos de assuntos variados. Podia até fazer parte do questionário dela, mas não era nada formal como antes.
Ficamos ainda conversando mais meia hora, no carro, em frente de casa. Ela se recusara a subir.
Nós nos despedimos e tudo aquilo foi embora.
Aquela noite MEIOPARDO não saiu e fiquei até tarde pensando em tudo que Fernanda havia dito.
Na manhã seguinte fui até a academia, treinei um pouco e fui direto para a POLI.
Fizemos todos os testes programados e logo estava de volta.

Continuação...

Em casa recebi uma ligação, era Fernanda Furlan.
- Oi, temos novidades. Vtec e eu podemos ir até ai?
- Sim, estou aguardando-os. Confirmei de imediato.
Não demorou muito para chegarem.
Após ligarmos o som e outros aparelhos para fazer barulho Fernanda me falou ao pé do ouvido.
- Sabe aquele tablet que colocamos a placa? Pois é foi usado e conseguimos todas as senhas e acessos. Eles não têm mais segredos.
- Outra coisa são estes dispositivos de comunicação. São interfaces de comunicação externa. Vetec começou a falar, e quando ele fala eu presto muita atenção.
- São conectores que ficarão presos á sua orelha e estas hastes ficarão para fora da roupa, desta forma conseguiremos nos conectar sem quebrar o bloqueio da roupa.
Ao terminar de falar me entregou duas semi-argolas, com partes achatadas que ficariam em contato com a cabeça, na altura das orelhas, as quais fariam a comunicação, que eu ainda não havia entendido com quem ou quê.
Passaram-se horas até que Vtec e Fernanda me explicassem tudo.
Achei, naquele momento, tudo um absurdo, mas pelo menos tirei a sensação de “estar sempre só” da cabeça.
Eles estariam comigo.
Resumindo: Com o dispositivo criado por eles, seria transmitido para uma pequena central, tudo que os meus olhos e ouvidos capturassem.
- Vamos fazer um teste? Comentou Fernanda se levantando e indo para o outro quarto.
Coloquei os dispositivos como indicado.
Apertei o botão do LD.
Olhei pela janela e vi o carro dos seguranças estacionado.
Uma voz ecoou dentro da minha cabeça.
- Deri, pode me ouvir?
Olhei para traz a procura de Fernanda. Não a encontrei.
- Fernanda, onde está? Perguntei não esperando resposta.
- Estou no quarto e você está olhando para o outro lado da rua, para o carro dos seguranças. A voz não estava ali, somente em minha cabeça.
Fizemos diversos testes, onde em um deles tentei ler a lateral do pneu do carro dos seguranças e não consegui, mas através de um software de aproximação, Fernanda repassou a informação para mim.
Da mesma forma, sons eram filtrados no computador e a parti disto eram-me repassadas informações que normalmente não ouvíamos.
O MEIOPARDO estava ganhando poderes extras.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

20/03/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 078


No Capítulo anterior...

- Só ver como você é, como você está, o que você faz e o que você quer. Meus patrões querem te oferecer algo e para isto precisam te conhecer. Só isto. Ela pareceu e foi sincera.
- Justo. Parece justo. Ao responder, uma simpática muito sorridente mulher encostou-se a nossa mesa.
Não pude deixar de notar que estava de avental e usava um chapeuzinho fofo.
- Boa noite, meu nome é Adriana Mello. Sou a chef do Figueira. O que este casal lindo e cheio de amor vai degustar nesta noite tão especial?
- Não... Ameacei falar, mas Fernanda não deixou.
- Adoramos o aplastado, mas vamos experimentar o caixote. Enquanto colocava sua mão sobre a minha.
- Excelente escolha. Vou aproveitar para colocar algo mais afrodisíaco no prato. O sommelier já esta á caminho. E se retirou.

Continuação...

- Boa noite, sou Giovana Baptistella, sommelier do Figueira e vi que esta sua linda companheira esta bebendo algo sem álcool. Dsse uma elegante mulher com a carta de bebidas na mão, e continuou.
- Falei com a chef Adriana, e ela disse-me que escolheram um caixote. Têm alguma preferencia para a bebida? Apresentou três cartas.
- Um Arneis. Como alguém já disse hoje, “um pouco de álcool não faria mal”. Falou Fernanda sem consultar as cartas ou a opinião da Sommelier.
- Excelente escolha. Piedmont teve uma excelente safra em 1998 e temos alguns exemplares de Roero Arneis. Um momento para trazermos da adega. Com licença. Disse Giovana se retirando em seguida.
- Lugar movimentado, este. Falei em tom irônico.
- As pessoas aqui estão interessadas em lhe agradar da melhor maneira possível. É o trabalho delas, garantir que tudo que você queira, eles poderão lhe atender. Justificou Fernanda.
- Você não gostaria de ter tudo que queira ao seu alcance? Fernanda estava voltando ao trabalho.
- Sim claro. E esta é a melhor parte. “querer ter”. Crianças mimadas que têm de tudo, nunca estão satisfeitas, agora aquelas que têm vontade de ter, esperam um tempão para conseguir, quando conseguem, valorizam ao máximo. Acho que estou neste segundo grupo, desejando. Apenas desejando.
Estava seguro de minha resposta.
- E você acha que aqui você terá? Quando Fernanda perguntou isto tive certeza que era um questionário.
A conversa estava agradável e ambos estávamos descontraídos. Percebi que Eduardo Soares acabara de chegar ao bar do restaurante.
A comida foi servida e realmente estava fabulosa. O vinho então, nem se fale. Deuses haviam tomado no Olimpo e as garrafas não consumidas devem ter sido negociadas com um bom mercador que as trouxe para nós, os humanos.
Fernanda muito empenhada em saber dos meus gostos e ambições e eu sem nenhum interesse em escondê-los.
Passamos quase três horas comendo, bebendo e conversando muito até a chegada da conta.
Foi Fernanda quem pagou com um cartão dourado. Daqueles que você precisa muitos voos de primeira classe para obtê-los.
Fomos em direção á saída, ou melhor, ao Mustang.
De passagem, fiz sinal para Eduardo de que tudo estava bem.
Entramos no carrão e saímos.
Fernanda me levou direto para casa e no caminho falamos de assuntos variados. Podia até fazer parte do questionário dela, mas não era nada formal como antes.
Ficamos ainda conversando mais meia hora, no carro, em frente de casa. Ela se recusara a subir.
Nós nos despedimos e “tudo” aquilo foi embora.
Aquela noite MEIOPARDO não saiu e fiquei até tarde pensando em tudo que Fernanda havia dito.
Na manhã seguinte fui até a academia, treinei um pouco e fui direto para a POLI.
Fizemos todos os testes programados e logo estava de volta.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/