Senhores passageiros com destino a FANTASIA.

Queiram por gentileza sentar, apertar os cintos e Boa Viagem, Aventura e Entretenimento

Saga Derinarde

Acompanhe a história de nossa família!

Brasil

Que país é esse?

Sonhe

O Mega Canyon - Cuscuz com Picolé

Aniversários do Blog!

Estou feliz pelo aniversário

Mostrando postagens com marcador transporte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador transporte. Mostrar todas as postagens

23/02/2016

Racionalização – Uma empresa de mobilidade II

Já comentei aqui sobre a racionalização dos locais de trabalho melhorando assim a mobilidade, e outro exemplo seria a melhoria dos trens de Metrô.
Algumas alterações nos vagões e outras de logística também ajudariam bastante.
Exemplos:
Enumeremos os vagões de uma plataforma de 1 a 6.
Os vagões 1 e 6 ficariam estruturalmente como estão, porém o acesso á eles seriam apenas para idosos gestantes e deficientes, como é hoje em horários de picos para o primeiro vagão.
Os vagões 2 a 5 passariam por reformas, tirando todos os acentos e duplicando o número de portas. Todos viajariam em pé e teriam um acesso mais rápido.
Os vagões 2 e 5 seriam exclusivos para mulheres.
Quando chove a velocidade dos trens é reduzida, pois as linhas externas têm chuva nos trilhos.
Seria só construir um túnel de vento, na frente do trem que, quando em movimento, sopram a possível água dos trilhos.


22/04/2015

Racionalização – Uma empresa de mobilidade

Entra ano, sai ano e nosso transporte fica cada vez mais cheio, mais precário e mais difícil.
Não estaremos buscando a solução errada?
Em uma cidade como São Paulo, seus 12 milhões de habitantes distribuídos em 250 bairros, em uma área de 1.521 km², são necessários 1.281 linhas de ônibus, 5.5 milhões de carros e 34 mil táxis.
E não estou contando os trabalhadores de outros municípios que para cá veem ou daqui vão.
Os números são monstruosos.
E se pudéssemos diminuir tudo isso e melhorar este “caos”?
Neste universo maluco de soluções viárias as empresas públicas e privadas, incluindo-se aí os sindicatos de classe poderiam unir forças para uma nova estratégia.
Vamos á um exemplo: Um funcionário, caixa de banco.
As funções de um caixa de banco é a mesma na Lapa ou na Penha, na zona Oeste ou Zona Sul, então, porque pessoas têm que se deslocarem horas e quilômetros para executar as mesmas tarefas?
Porque empresas, sindicatos e pessoas não criam alternativas de troca de postos?
Não só dentro da mesma empresa ou instituição, mas dentro da mesma função.
É uma coisa difícil, concordo, mas não é impossível.
Um grande cadastro de “funcionários” e “interessados” em fazer a permuta, e se, as partes envolvidas testassem e aprovassem, por que não?
Moro na Lapa e trabalho no Itaim, mas tenho a oportunidade de trocar pelo Sumaré. “BINGO.”
Bastaria um tempo de experiência, a aceitação das partes envolvidas (Empresas, e funcionários) e teríamos, então, um número menor de passageiros de transporte.