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23/04/2015

pesquisa rímel no metrô

Imagens fortes.
Proibido execução e exposição para memores de 16 anos e maiores de 57 anos.

Por determinação da justiça as imagens foram removidas deste site e estão á disposição em http://www.derinarde.com.br/2015/04/proibido.pela.justica.html

proibido.pela.justiça


22/04/2015

Racionalização – Uma empresa de mobilidade

Entra ano, sai ano e nosso transporte fica cada vez mais cheio, mais precário e mais difícil.
Não estaremos buscando a solução errada?
Em uma cidade como São Paulo, seus 12 milhões de habitantes distribuídos em 250 bairros, em uma área de 1.521 km², são necessários 1.281 linhas de ônibus, 5.5 milhões de carros e 34 mil táxis.
E não estou contando os trabalhadores de outros municípios que para cá veem ou daqui vão.
Os números são monstruosos.
E se pudéssemos diminuir tudo isso e melhorar este “caos”?
Neste universo maluco de soluções viárias as empresas públicas e privadas, incluindo-se aí os sindicatos de classe poderiam unir forças para uma nova estratégia.
Vamos á um exemplo: Um funcionário, caixa de banco.
As funções de um caixa de banco é a mesma na Lapa ou na Penha, na zona Oeste ou Zona Sul, então, porque pessoas têm que se deslocarem horas e quilômetros para executar as mesmas tarefas?
Porque empresas, sindicatos e pessoas não criam alternativas de troca de postos?
Não só dentro da mesma empresa ou instituição, mas dentro da mesma função.
É uma coisa difícil, concordo, mas não é impossível.
Um grande cadastro de “funcionários” e “interessados” em fazer a permuta, e se, as partes envolvidas testassem e aprovassem, por que não?
Moro na Lapa e trabalho no Itaim, mas tenho a oportunidade de trocar pelo Sumaré. “BINGO.”
Bastaria um tempo de experiência, a aceitação das partes envolvidas (Empresas, e funcionários) e teríamos, então, um número menor de passageiros de transporte.


15/04/2015

Racionalização – Uma empresa de Água

  Enfrentamos a maior crise hídrica no sudeste e não é de hoje. Em agosto de 2012 publiquei nesse blog (http://www.derinarde.com.br/2012/08/minhas-ideias-malucas.html) a ideia de uma empresa para amenizar esta situação e consiste em:
Eu tenho um sonho de um dia existir uma empresa que consiga reunir engenheiros e arquitetos para promover a racionalização da guarda e reutilização da água de chuva.
Em qualquer edificação existe uma área para receber a água da chuva, seus telhados e quintais e outra área para armazená-la, o subsolo.
Até aí, nenhuma novidade para os dias de hoje, mas repito, falei isto desde 2012.
Vamos lá.
Está empresa fará o projeto de duplicar os dutos de subida e descida dessa água, bombeamento e armazenamento para ser utilizada nos tanques, maquinas de lavar e descarga. Se houver condições, tratamento para solubilidade.
Os “pulos do gato”:
a)      Uma frente de casa, em geral tem sete metros, se edifício este valor triplica ou é de até mais, porém nesta área de sete metros, sob a calçada é possível armazenar muita água. Em um cálculo básico, de 7x2x5(comprimento, largura e profundidade) guarda-se setenta mil litros de água.
Em uma rua pequena de oitocentos metros, poderão ser armazenados um milhão e seiscentos mil litros de água.
Em um quarteirão, bilhões de litros. Será que a Sabesp não compra isto?
b)      São obras baratas e no primeiro ano de chuva o empreendimento estará totalmente pago, inclusive a empresa.
c)       Existe lei municipal que obriga as companhias que utilizam postes e fios aéreos de fazer o enterramento, seriam estes os grandes parceiros?
O quê nós temos que ter em mente, é que estamos entrando na primeira década de seca, vai ficar pior.

13/04/2015

Racionalização - Uma empresa de Resgate

Indo para o trabalho ou voltando dele é comum depararmos com o grunhido estridente da sirene de uma ambulância. Se ficarmos mais tempo nas ruas o inferno sonoro nos mata.
Eu tenho um sonho de que um dia surgirá uma “câmara de compensação pata ambulâncias”.
Esta seria uma empresa/sistema que, em convênio com hospitais e empresas de resgate, faça a contabilidade de “débito e crédito” dos atendimentos.
Por exemplo, acontece um acidente na Avenida Paulista e o “acidentado”, com ou sem plano de saúde, tem direito á atendimento na Lapa.
São apenas seis quilômetros de distância, mas dependendo do horário isso pode levar mais de hora. Isto se a ambulância for acionada rapidamente, ou estiver por perto, ou chegar rápido, ou pior ainda, existir ambulância disponível. Caso contrário, a vítima, se não morrer poderá ter graves sequelas.
A vítima ou qualquer transeunte de boa vontade fará o aviso através de um “app”.
Este aplicativo localizará o resgate mais próximo e também o hospital mais próximo e com segurança e rapidez o atendimento acontece.
Depois que a vítima for socorrida, medicada e estabilizada, qualquer outro transporte poderá ser acionado para leva-lo á Lapa, sem sirenes e sem correria.
A parte da empresa ficará por conta dos débitos e créditos da empresa de resgate e do dos hospitais envolvidos, tipo uma câmara de compensação.
Claro que isso poderá envolver convênios de saúde e órgão públicos, mas o marketing do bom atendimento será a chave para entendimento.
É difícil, mas não é impossível isto acontecer.


07/04/2015

Segurança,Você está seguro?

Assistimos atônitos milhões de litros de combustíveis queimarem pelo sexto dia consecutivo.
Bombeiros combatem diuturnamente com bilhões de litros de água salgada e espuma antichamas sem êxito efetivo.
Uma hora qualquer os heróis do fogo vencerão esta batalha.


 Uma análise mais profunda que devemos fazer é quais a maneiras mais eficientes para que isto não se repita e isto deve ser usado para nossas vidas e nossas empresas.
O que você faz para acompanhar sua empresa e responder no menor tempo possível ás adversidades.
Levantamento de riscos e monitoramento constante é uma medida eficaz, mas deixa algumas lacunas.
Não nos atemos aos fatores externos e raros, que por terem um valor mínimo na probabilidade, muitas vezes desprezamos.


Sistemas de resfriamento nos tanques, em Santos, não foram pensados ou efetivamente implantados pelos riscos de explosão e incêndio serem mínimos, apesar de existirem.


Em nossa empresa, nosso patrimônio, todo “risco mínimo” tem que ser considerado.


Um inseto invasor, uma fuligem invisível, uma porta lógica não fechada, uma criptografia simples pode nos fazer perder tempo, serviço e milhões.



Você está seguro?