16/04/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 101


No Capítulo anterior...

- Está é a primeira pergunta? Eu o provoquei.
- Não. Não. A pergunta é: Quais são seus objetivos? Feito a primeira pergunta.
- Certo. A segunda?
- O que são e de onde vêm essas habilidades?
- O quê você quer em troca? Esta é a pergunta: O que quer em troca do que faz? Isto está muito limitado. Falou querendo mais.
- Calma. Você irá conhecê-lo e ele á você. Tudo ao seu tempo.
Informei que eu o levaria até ele.
Passei o endereço e horário para o jornalista e desliguei.
Acertamos os detalhes. Vtec e Fernanda foram para a base. Waldir ficou comigo.

Continuação...

Quanto mais ansiosos ficamos mais o tempo demora á passar, mas chegou a hora.
Eu já estava com o botão do “LD” acionado apenas vesti a roupa e o aparelho duplicador mudou de vermelho para verde. Entreguei-o para Waldir que o colocou no bolso.
Waldir vestiu meu macacão de motociclista, colocou o capacete e desceu para a garagem.
Ao mesmo tempo em que liguei para os seguranças, na porta, avisando que sairia.
Quando Waldir saiu, agora sendo Deri, os seguranças saíram atrás dele. Saí também.
Deri fez o trajeto desenhado até a rua do encontro com Prymo e MEIOPARDO o seguia sorrateiramente sobre os postes.
Logo Deri chegou ao ponto e não foi difícil localizar o carro de Prymo. Havia um adesivo de “REPORTAGEM” colado no vidro traseiro do Citröen cinza de Prymo.
Deri emparelhou ao lado do carro e bateu no teto.
Prymo abaixou o vidro e colocou a cabeça para fora do carro.
- Onde está ele? Perguntou ansioso.
Deri, com a viseira do capacete semiaberta onde seu rosto ficava totalmente coberto, porém conseguia ser ouvido avisou Prymo.
- Siga-me, ele está esperando.
Deri esperou Prymo ligar o carro e engatar a primeira marcha e saiu.
Não era muito longe e por isto não demorou muito.
O comboio seguiu. Agora Deri, Prymo e os seguranças logo atrás.
Pararam.
Nenhum deles desconfiava que estivessem sendo observados por cima.
Prymo até que procurava nas alturas, mas sempre olhava para o lado errado, pois MEIOPARDO vinha sempre atrás.
Deri, sobre a moto, olhou para trás e fez sinal para Prymo.
Apontando para o chão e fazendo sinal de parar, com a mão espalmada, indicou que Prymo deveria esperar ali.
Era uma rua deserta num bairro de nome Planalto Paulista, na zona sul de São Paulo.
O bairro é de uma classe mais abastada o que faz com que poucas pessoas fiquem perambulando á pé tarde da noite.
Parece irônico, mas quanto mais pobre determinado bairro, mais gente chega e sai nas ruas.
Esta rua era muito arborizada o que fazia com que ficasse mais escura.
Deri seguiu em frente e Prymo não percebeu quando os seguranças passaram por ele seguindo na mesma direção que Deri.
Deri deveria ir até o Morumbi, comprar um refrigerante e voltar para casa. Minha casa.
Desta forma, o disfarce estaria completo.
Todos veriam duas pessoas distintas, Deri ou Zé do MEIO e o MEIOPARDO.
Mal viraram a esquina e MEIOPARDO estava ao lado da janela do motorista.
Prymo deu um pulo no banco que estava.
Assustou.
Destrave a porta do outro lado, ordenei.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

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