12/01/2012

Em MUCURÍ-BA – Muita chuva, vamos á um Porto Seguro.


Lá pelas oito horas da manhã começamos a arrumar as coisas no carro. Nosso destino, Porto Seguro-BA. Tirando o probleminha do café da manhã (O leite cabo, o pão num chego, o queijo num tem, isso já tá virando rotina), saímos para a estrada. Até porto são 300 km de estrada estreita com pista única e quase sempre sem acostamento, é nossa velha e amada BR-101. Muitos caminhões, curvas e subidas tomaram-nos 5 horas, mas a paisagem até que valeu a pena. Pra quem não conhece a Bahia, vai uma dica, muitas vezes a paisagem nas estradas vale mais a pena que cidadezinhas. Grandes montanhas e morros enorme em uma única pedra negra, são morros de 500 metros de altura as vezes quilometro de diâmetro e uma única pedra. Formam desenhos ímpares.

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Chegamos a Porto Seguro por volta de 1 da tarde. Procuramos uma pousada que não deu tanto trabalho pra achar. A agitação já na entrada da cidade denunciava a civilização. Muita gente, muitos restaurantes, muitas lojas, pousadas e hotéis. Deixamos as coisas no quarto e fomos dar uma volta. Comemos entramos em uma lanhouse, afinal muita fofoca pra ficar por dentro, tomamos sorvetes e cafés. Fizemos o reconhecimento da passarela do álcool e voltamos para a pousada, afinal já são 17 Horas e a noite promete.


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Já á noite, a coisa começa a ferver em Porto. É gente que vem, é gente que vai. Centenas e centenas de barraquinhas já expõem seus produtos e, tudo tem. Tem Tererê, tem tatuagens de hena, tem panelas de lata, barro ou madeira, é madeira, tem brincos e pulseira, tem ornamento do lar, bem pense em algo, aqui tem. As barracas de bebidas são as mais variadas na passarela do álcool. São uma mais louca que outra mas servem sempre a mesma coisa. Nossa pedida foi... foi... , isso, capeta. Quem vem a Porto e não experimenta “Capeta” é o mesmo que ir a uma pizzaria e não comer pizza. Nada excepcional, mas é tradição. Morango, abacaxi, canela, leite condensado e vodca. Muito doce e gelado. Diaria assim, um milk shake com vodca. Não é ruim, mas muito doce pro meu gosto. Andamos bastante. Essas barraquinhas estendem-se por mais de 3 km. Fomos, voltamos, fomos e deu fome. Uma boa moqueca baiana, pouco coentro e muita cerveja, uhu... Estamos na minha praia. Não fiquei bêbado, não era mesmo a intensão, está muito quente e cerveja num certo ponto “empapuça”.


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