06/06/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 139

No Capítulo anterior...

- Você e a Rosa também. E o melhor. Tudo continuará do jeito que está e faremos o nosso horário. Você ouviu isso, Rosa?
- Rosa, você ouviu? Insisti.
- A Rosa não está aqui. Disse Fernanda.
- E não sei se volta. Eu vou dormir. Boa noite. Falou Vtec.
- Vtec o que houve? Vtec, Vtec. Não obtive resposta dele.
- Ele já foi. É que eles brigaram hoje. A Rosa está usando algum tipo de droga e Vtec descobriu. Fernanda quis encerrar o assunto.
- Mas temos muitas boas noticias então falamos disso depois. Estamos felizes, não estamos? Fernanda fazia como sempre. Sempre para cima.
- Sim estamos muito felizes. Falamos um pouco mais e fomos dormir.

Continuação...

Na manhã seguinte, apesar do vinho da noite passada, acordei bem disposto e após o maravilhoso café da manhã de Aracy fui para a academia.
Gleide com aquele sorriso espontâneo e confortável indicou o aparelho ao qual eu deveria começar minha sequência.
Não se passaram doze minutos e estava ela lá para agravar meus exercícios:
- Se é para fazer, tem que fazer certo. Colocou mais pressão nos cabos de aço.
- Volto em quinze minutos, hein? E se afastou novamente.
Eu ainda estava bem e as primeiras gotas de suor corriam por meu peito e testa.
Eu sabia que apesar de ter peito e barriga definidos, modéstia a parte eu tinha aquilo que chamam de tanquinho, eu tinha muito a exercitar ainda.
Eu sempre fui a favor de conseguir nutrientes naturais ao invés desse negócio de “massa” e, para alimentação Aracy tinha uma lista fornecida por Michaeli Rabelo da “Nutricionista Michaeli Rabelo” o que fazia com que minha dieta sempre estivesse na melhor curva de aproveitamento de nutrientes.
Eu fiz toda a minha sequencia em duas horas e o auxilio de Gleide foi indispensável. Ela controlou o tempo e a intensidade de cada exercício, além de ser uma grande incentivadora.
Ducha tomada. Eu fui para casa.
Chegando em casa, Rosa estava no portão. Insisti para que subisse comigo e á contragosto ela subiu.
Ofereci comida a qual aceitou prontamente.
- Rosa, você está na rua desde ontem? Perguntei já sabendo da resposta, pois sua apresentação estava péssima.
Rosa comeu á fiz tomar um banho, pois as marcas da noite ainda estavam em seu rosto.
Dei-lhe um pijama meu e a fiz entrar no quarto de hospedes onde dormiu rapidamente.
Sai e somente retornei no início da noite.
Estava com um colega ao telefone quando Rosa saiu do quarto e acenou com a mão.
Ela foi até a cozinha, pegou um copo com água e com ele na mão sentou-se ao sofá.
Agora eu reparava que o meu pijama era quase duas vezes o tamanho de Rosa, mas serviu para o fim destinado.
Terminei minha conversa ao telefone.
- Dormiu bem? Está com fome? Perguntei para despertá-la do quase transe do sono que ainda continha.
- Estou bem, se é que posso dizer isto. Eu briguei com meu irmão ao qual amo demais. Lágrimas despontaram em seus olhos e correram por toda a extensão de seu rosto.
Sentei-me ao seu lado e peguei sua mão.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”

Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.

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