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Saga Derinarde

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19/04/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 104


No Capítulo anterior...

- Eureca. Esta palavra pronunciada por Vtec sempre me trazia alegria e conforto.  
 - O que foi base?
- Sabe aqueles códigos estranhos que acompanhavam o sinal de sua visão que eu não sabia o que era? Vtec estava entusiasmado e me preparei para uma aula inteira.
- Vtec, agora nós não temos tempo para explicações. Posicione-me na situação. Fui ríspido com meu amigo.
- Esta bem. Homem amarrado e abaixado á quarenta ponto oito metros, nove horas. Três homens de guarda.
- Uma arma grande. Pode ser a FAL e três pistolas, um com uma e outro com duas.
- Você tem quatro pontos de apoio para chegar lá, mas não tem como entrar a não ser por cima.
- Base dê as coordenadas na sequência e do ponto de vista de cada uma. Pedi e ouvi com muita atenção.
Vtec continuou com uma precisão que faria a diferença. Eu agiria no escuro.

Continuação...

- Doze ponto quatro metros onze horas, dezesseis ponto um metros doze horas, seis ponto nove metros sete horas, onze ponto sete metros duas horas.
- Ok entendido. Tente identificar o tipo de material do telhado, acho que vou por lá. Falei enquanto me posicionava.
- Hora do ioiô. E saltei. Saltei exatamente como as coordenadas foram passadas e torcia muito para não ter bacias no meu caminho. Elas já se mostraram bastantes frustrantes por hoje.
No segundo salto ouvi Fernanda em minha cabeça.
- Amianto. Telha de amianto de três centímetros. Só com seu peso já quebram. Ripas as sustentam por baixo.
A entrada já estava decidida. Seria por cima.
- Posição dos ocupantes em relação á quarta posição? Perguntei mas não acreditava que haveria tempo para a resposta.
Após o último salto e quando meus pés tocavam as telhas de amianto a voz de Vtec ecoava em minha mente.
Não houve tempo de pensar. Por reflexo ou quem sabe uma ligação direta do cérebro ás pernas eu seguia as ordens sem ao menos ver o que acontecia.
- Duas horas um metro e doze, seis horas três metros e trinta, oito horas dois metros e dezoito. Realmente eu quase não ouvi as coordenadas, mas minhas pernas deram golpes certeiros.
A título de comparação, eu só me sairia melhor se Vtec tivesse um “joystick” nas mãos.
Os três estavam golpeados e no chão.
Fui até a vítima que embora amarrado e amordaçado visse tudo e não acreditava no que tinha visto.
- Meu trabalho acabou. Quando eu sair, grite o máximo que puder. A polícia está em volta e logo o achará. OK? Ele assentiu com a cabeça.
Recolhi as armas e as joguei por cima do telhado.
Eu mentalizei a mesma rota de chegada e saltei.
Estava fora da favela.
Do poste na frente da entrada da favela a qual cheguei vi quando o Citröen cinza com a palavra “Reportagem” na janela traseira chegou.
De máquina fotográfica e bloquinho na mão Luiz Nobrega Prymo chegou.
Ele teria algo mais á escrever sobre MEIOPARDO naquela noite.
Esperei algum tempo e solicitei:
- Base como estamos?
- A polícia recuperou o sequestrado alguma droga e tudo está em ordem. Fernanda parecia mais cansada que eu devido á pressão.
Eram quatro horas da manhã e fui para casa.
Ao chegar a casa vi que os seguranças estavam lá na frente e no sofá Waldir dormia todo desajeitado.
Chamei-o para a cama do quarto de hóspedes e dormindo mesmo desmoronou na cama.
Eu estava ainda excitado pelo que ocorrera. Não só com o desfecho, mas “numa geral”, como havia momentos antes respondido ao repórter Prymo.
Comecei a achar, de verdade, que estava fazendo algo bom.
Não sabia quanto tempo duraria, mas que era necessário e muito, muito gratificante.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

18/04/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 103


No Capítulo anterior...

PLAN, BRUM, KLAPT, STRUNS...
Acho que se eu quiser algum dia fazer barulho, não conseguirei atingir este nível.
Conforme cheguei ao chão meu pé pegou a borda desta enorme bacia que ao girar e subir pela ação da gangorra que se formou, atingiu um caixote de garrafas vazias que devido ao impacto de baixo para cima também voou espalhando garrafas para cima e para os lados.
Ao cair nos telhados, ou espatifarem no chão, mais ou menos ao mesmo tempo o barulho se amplificou. Afora algumas outras lata e coberturas metálicas encontradas pelo caminho.
Parecia comedia pastelão.
Refeito do acidente que nada sofri, continuei pelos becos.
Como os becos eram escuros, cheios de saliência e cantos, não foi difícil me esconder quando passantes, morador ou policial, passavam correndo por mim.

Continuação...

Eu seguia o barulho do helicóptero e o som de tiros esparsos que aconteciam.
- Base. Tem sons de tiros gravados ai? Se colocasse eu poderia, pelo som, identificar o armamento, o que me diz?
- Um momento. Avisou Vtec pelo comunicador atrás de minhas orelhas.
De repente quatro gravações foram tocadas em minha cabeça e respondi nesta quarta.
- Essa. É isso que estão usando. O que é? Perguntei.
- É uma FAL 762. Um fuzil belga muito rápido. Tome cuidado. Estes polímeros da sua roupa não suportarão. Falou Vtec muito preocupado.
-Não se preocupe. Agora são de carbono. Não me atingirão. Falei confiante.
- Pode até ser que não perfure, mas o impacto vai ser bem dolorido. Voltou Vtec.
- É verdade. Bem lembrado. Terei cuidado. E dei mais uma corrida até o cruzamento de outro beco.
Eu estava em um labirinto e não conseguia chegar mais perto. Quanto mais eu caminhava na direção do barulhento tumulto, mais longe ficava.
Para caminhar pelos becos de uma favela é preciso ter mais familiaridade.
Olhei para os lados e vi quem não vinha ninguém.
- Base, faça uma gravação completa á partir de agora. Falei para que Vtec e Fernanda me ouvissem.
 Eu me posicionei e saltei verticalmente o mais alto que podia.
Esperava ter uma visão melhor de cima, e olhei atentamente para todo o cenário enquanto subia e descia.
Cheguei ao solo.
- E aí? Tem algo que eu deva saber? Perguntei á base.
- Vai ser meio difícil de você se movimentar. Tem muito policial entrando e saindo das casas eles estão fazendo um pente fino.
- Eureca. Esta palavra pronunciada por Vtec sempre me trazia alegria e conforto.  
 - O que foi base?
- Sabe aqueles códigos estranhos que acompanhavam o sinal de sua visão que eu não sabia o que era? Vtec estava entusiasmado e me preparei para uma aula inteira.
- Vtec, agora nós não temos tempo para explicações. Posicione-me na situação. Fui ríspido com meu amigo.
- Esta bem. Homem amarrado e abaixado á quarenta ponto oito metros, nove horas. Três homens de guarda.
- Uma arma grande. Pode ser a FAL e três pistolas, um com uma e outro com duas.
- Você tem quatro pontos de apoio para chegar lá, mas não tem como entrar a não ser por cima.
- Base dê as coordenadas na sequência e do ponto de vista de cada uma. Pedi e ouvi com muita atenção.
Vtec continuou com uma precisão que faria a diferença. Eu agiria no escuro.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

17/04/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 102


No Capítulo anterior...

Parece irônico, mas quanto mais pobre determinado bairro, mais gente chega e sai nas ruas.
Esta rua era muito arborizada o que fazia com que ficasse mais escura.
Deri seguiu em frente e Prymo não percebeu quando os seguranças passaram por ele seguindo na mesma direção que Deri.
Deri deveria ir até o Morumbi, comprar um refrigerante e voltar para casa. Minha casa.
Desta forma, o disfarce estaria completo.
Todos veriam duas pessoas distintas, Deri ou Zé do MEIO e o MEIOPARDO.
Mal viraram a esquina e MEIOPARDO estava ao lado da janela do motorista.
Prymo deu um pulo no banco que estava.
Assustou.
Destrave a porta do outro lado, ordenei.

Continuação...

Ao acionar o botão de destravamento das portas eu já estava abrindo a porta do passageiro.
Isto eu fiz para impressionar, mesmo.
Com um salto preciso sai do lado do motorista, aterrissei do lado do passageiro em uma fração de segundos.
Entrei no carro e fechei a porta.
Luiz já de bloquinho na mão e boca aberta não conseguia ao menos piscar. Estava impressionado.
Como ele nada falou, comecei eu, á falar:
- Meus objetivos são trazer um pouco de tranquilidade onde eu possa estar presente. Menos violência, menos impunidade.
- Minhas habilidades físicas são as que menos importam e as únicas coisas que me limitam. Considero minha maior habilidade o meu senso de justiça. Se a maioria pensasse assim teríamos alguns milhões de heróis como eu.
- Em troca eu quero apenas isto. Algo mais justo e menos violento. As pessoas precisam acordar e ver que se todos se unirem e trabalharem juntos, tudo ficará melhor para todos.
- Sei que a parte mais difícil é trabalhar, mas é possível.
Terminei a minha fala.
- E... Prymo tentou falar, mas o interrompi.
- Hora das fotos. Seja rápido. Ao dizer isto a porta do carro já estava aberta e eu fora do carro.
Prymo saltou com a máquina na mão. O flash me pegou no ar em direção ao poste e percebi mais uns três disparados enquanto pulava para outro, e outro poste.
- Missão cumprida. Comuniquei á base.
- Tem algo acontecendo perto do aeroporto só que do outro lado de onde você está. É na favela Alba. A polícia mandou até helicóptero para lá. Fernanda deu as coordenadas e comecei á saltar nesta direção.
Em três minutos estava em uma das entradas da favela. Seguindo na direção do helicóptero da polícia parei na entrada e observei a movimentação.
Aguardei mais alguns minutos e pelo que entendi na agitação dos policiais e mais o que foi me foi passado pela base, havia ali um tiroteio que envolvia sequestro.
Em uma favela, ou pelo menos nesta, não existe rede elétrica oficial, então não há postes. O jeito seria ir pelo chão mesmo.
Do alto de onde estava, atrás de uma viela, achei um bom ponto para pouso, então saltei.
Só não contava com uma enorme bacia que estava no mesmo local que eu escolhera para aterrissar.
PLAN, BRUM, KLAPT, STRUNS...
Acho que se eu quiser algum dia fazer barulho, não conseguirei atingir este nível.
Conforme cheguei ao chão meu pé pegou a borda desta enorme bacia que ao girar e subir pela ação da gangorra que se formou, atingiu um caixote de garrafas vazias que devido ao impacto de baixo para cima também voou espalhando garrafas para cima e para os lados.
Ao cair nos telhados, ou espatifarem no chão, mais ou menos ao mesmo tempo o barulho se amplificou. Afora algumas outras lata e coberturas metálicas encontradas pelo caminho.
Parecia comedia pastelão.
Refeito do acidente que nada sofri, continuei pelos becos.
Como os becos eram escuros, cheios de saliência e cantos, não foi difícil me esconder quando passantes, morador ou policial, passavam correndo por mim.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

16/04/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 101


No Capítulo anterior...

- Está é a primeira pergunta? Eu o provoquei.
- Não. Não. A pergunta é: Quais são seus objetivos? Feito a primeira pergunta.
- Certo. A segunda?
- O que são e de onde vêm essas habilidades?
- O quê você quer em troca? Esta é a pergunta: O que quer em troca do que faz? Isto está muito limitado. Falou querendo mais.
- Calma. Você irá conhecê-lo e ele á você. Tudo ao seu tempo.
Informei que eu o levaria até ele.
Passei o endereço e horário para o jornalista e desliguei.
Acertamos os detalhes. Vtec e Fernanda foram para a base. Waldir ficou comigo.

Continuação...

Quanto mais ansiosos ficamos mais o tempo demora á passar, mas chegou a hora.
Eu já estava com o botão do “LD” acionado apenas vesti a roupa e o aparelho duplicador mudou de vermelho para verde. Entreguei-o para Waldir que o colocou no bolso.
Waldir vestiu meu macacão de motociclista, colocou o capacete e desceu para a garagem.
Ao mesmo tempo em que liguei para os seguranças, na porta, avisando que sairia.
Quando Waldir saiu, agora sendo Deri, os seguranças saíram atrás dele. Saí também.
Deri fez o trajeto desenhado até a rua do encontro com Prymo e MEIOPARDO o seguia sorrateiramente sobre os postes.
Logo Deri chegou ao ponto e não foi difícil localizar o carro de Prymo. Havia um adesivo de “REPORTAGEM” colado no vidro traseiro do Citröen cinza de Prymo.
Deri emparelhou ao lado do carro e bateu no teto.
Prymo abaixou o vidro e colocou a cabeça para fora do carro.
- Onde está ele? Perguntou ansioso.
Deri, com a viseira do capacete semiaberta onde seu rosto ficava totalmente coberto, porém conseguia ser ouvido avisou Prymo.
- Siga-me, ele está esperando.
Deri esperou Prymo ligar o carro e engatar a primeira marcha e saiu.
Não era muito longe e por isto não demorou muito.
O comboio seguiu. Agora Deri, Prymo e os seguranças logo atrás.
Pararam.
Nenhum deles desconfiava que estivessem sendo observados por cima.
Prymo até que procurava nas alturas, mas sempre olhava para o lado errado, pois MEIOPARDO vinha sempre atrás.
Deri, sobre a moto, olhou para trás e fez sinal para Prymo.
Apontando para o chão e fazendo sinal de parar, com a mão espalmada, indicou que Prymo deveria esperar ali.
Era uma rua deserta num bairro de nome Planalto Paulista, na zona sul de São Paulo.
O bairro é de uma classe mais abastada o que faz com que poucas pessoas fiquem perambulando á pé tarde da noite.
Parece irônico, mas quanto mais pobre determinado bairro, mais gente chega e sai nas ruas.
Esta rua era muito arborizada o que fazia com que ficasse mais escura.
Deri seguiu em frente e Prymo não percebeu quando os seguranças passaram por ele seguindo na mesma direção que Deri.
Deri deveria ir até o Morumbi, comprar um refrigerante e voltar para casa. Minha casa.
Desta forma, o disfarce estaria completo.
Todos veriam duas pessoas distintas, Deri ou Zé do MEIO e o MEIOPARDO.
Mal viraram a esquina e MEIOPARDO estava ao lado da janela do motorista.
Prymo deu um pulo no banco que estava.
Assustou.
Destrave a porta do outro lado, ordenei.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

15/04/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 100

Olha o número do capítulo:


No Capítulo anterior...

Terminamos o café da manhã e nos despedimos.
A van que nos aguardava levou-nos até o aeroporto.
O checkin foi rápido e logo estávamos nas poltronas do Boing que nos traria para casa.
Desta vez não houve reunião ou planejamento.
Estávamos livres para o que queríamos e decidi por o sono em dia.
Duas vezes que passe por Elen, a mesma não olhou na minha cara. Estava visivelmente chateada.
Como dormi a maior parte do tempo, não percebi as dez horas de voo e logo estava em casa.
MEIOPARDO ainda de férias, pois a roupa ainda não fora devolvida.
Eu fazia meus passeios noturnos como Deri.
Lento, no chão, caminhando, como todo humano normal.

Continuação...

Sem a roupa, sem MEIOPARDO a semana passou meio monótono.
Aproveitei para rememorar com amigos.
Fui á festas e á baladas.
Eu me comportei como qualquer jovem de minha idade.
Adrenalina somente nas trilhas sobre minha moto.
O tempo passou e minha roupa ficou pronta, e como ficou!
Com as novas placas de carbono ela ficou mais fina. Com o mesmo peso, o que não incomodava, mas muito mais fina.
No mesmo dia em que peguei a roupa liguei para Vtec, Fernanda e Waldir e lhes falei palavras do cartão fornecido por Vtec um dia.
- “Uniu para Manter-nos Unidos”.
Isto era o suficiente para todos sabermos do que se tratava.
Com a aceitação de todos, três horas depois das ligações estávamos reunidos em casa.
Expliquei toda a situação, sob o silenciador de Vtec ligado, e todos concordaram.
Peguei um cartão que estava na estante sob uma pequena estatueta de Buda, aquele gordinho de orelhas grandes, troquei o chip do celular por outro que havia comprado mais cedo na banca de jornal, assim impediria que qualquer identificador não me localizasse.
Liguei para o número que estava no cartão.
Atenderam do outro lado.
- Alô.
- Prymo? Luiz Prymo? O jornalista? Esperei a confirmação.
- Sim, quem fala?
- É o Zé do Meio.
- Sim, Sim. Conseguiu as fotos? Prymo perguntou ansioso.
- Melhor. Ele estará na rua hoje á noite e responderá três perguntas suas. Mas você ás fará agora e ele te responde á noite.
- Onde ele estará?
- Está é a primeira pergunta? Eu o provoquei.
- Não. Não. A pergunta é: Quais são seus objetivos? Feito a primeira pergunta.
- Certo. A segunda?
- O que são e de onde vêm essas habilidades?
- O quê você quer em troca? Esta é a pergunta: O que quer em troca do que faz? Isto está muito limitado. Falou querendo mais.
- Calma. Você irá conhecê-lo e ele á você. Tudo ao seu tempo.
Informei que eu o levaria até ele.
Passei o endereço e horário para o jornalista e desliguei.
Acertamos os detalhes. Vtec e Fernanda foram para a base. Waldir ficou comigo.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

13/04/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 099


No Capítulo anterior...

- Eu só me preocupo com a sua segurança. Insistiu Elen.
- Eu estou seguro. Falei enquanto entrava no banheiro.
Não fechei a porta e tirei a roupa. Já estava na ducha quando Elen da porta do banheiro falou:
- Eu ainda confio em você. Ela falou me olhando pelo vidro transparente do box e saiu.
Ás três da tarde estivemos novamente na Universidade onde técnicos e doutores falaram informalmente comigo, com Ricardo Regis e com Alex Baba.
Trocamos informações e detalhes.
Ficamos até oito horas da noite e terminamos nossa visita á Universidade e á Toronto.
No hotel, já em meu quarto, o interfone anunciou que Denise estava no saguão.

Continuação...

Desci e ela tinha dois ingressos de teatro na mão. Não tive como dizer não e fomos ao teatro.
A peça era de um autor local e dizia respeito á briga familiar de um filho drogado. Um drama atual e comovente.
Não cheguei a chorar, mas foi angustiante, ao contrario de Denise. Pensei que fosse se desfazer, tamanho era a quantidade de lágrimas que produzia.
Saímos do teatro direto para um pub, mas ficamos pouco.
Encontramos dois amigos da noite anterior e outros dois novos.
Conversamos um pouco e saímos.
Desta vez fomos para o hotel.
Subimos e ficamos até de manhã, pois Eduardo não precisou me ligar. Eu estava no ninho.
Entre sexo e cochilos descemos para o café da manhã á dez horas, meu voo era meio dia, então estava na hora.
- Quem é essa? A voz que veio de frente era da irritada Elen.
- Já que perguntou, essa é Denise. Apontei com o garfo, mas sem para de comer o meu quiche.
- O que ela está fazendo? Insistiu Elen.
Olhei para Denise e voltei o olhar para Elen.
- Comendo quiche.
Elen virou as costas e saiu batendo os pés no chão quando ainda ouviu Denise me perguntar:
- His mammy?
Não pude evitar, soltei uma gargalhada.
Terminamos o café da manhã e nos despedimos.
A van que nos aguardava levou-nos até o aeroporto.
O checkin foi rápido e logo estávamos nas poltronas do Boing que nos traria para casa.
Desta vez não houve reunião ou planejamento.
Estávamos livres para o que queríamos e decidi por o sono em dia.
Duas vezes que passe por Elen, a mesma não olhou na minha cara. Estava visivelmente chateada.
Como dormi a maior parte do tempo, não percebi as dez horas de voo e logo estava em casa.
MEIOPARDO ainda de férias, pois a roupa ainda não fora devolvida.
Eu fazia meus passeios noturnos como Deri.
Lento, no chão, caminhando, como todo humano normal.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
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12/04/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 098


No Capítulo anterior...

Saímos para outros dois pubs e conhecemos mais gente.
Conforme prometera bebemos o tal Maple Syrup, o qual eu confessei não ter gostado muito.
Um tipo de licor muito doce e sem um sabor marcante.
Continuamos na farra até uma e meia da madrugada. O pessoal se dispersou e ficamos só, Denise e eu.
Levei-a para casa.
Era próximo, alias a impressão que tive de Toronto é que tudo é próximo.
Denise morava em uma grande casa e aquela hora que chegamos, faltando pouco para as duas horas, sua avó materna assistia TV na sala.
Fiz menção de partir ao deixa-la na porta, mas ela não permitiu insistindo que entrasse.

Continuação...

Conheci sua vó muito simpática que assistia á um filme em preto e branco na tv moderna. Dizia que aquilo á fazia voltar no tempo.
Fomos para a cozinha onde bebemos suco de frutas.
Conversamos por bastante tempo até que Denise foi até a sala e certificou-se que sua vó havia subido para o quarto.
Voltou á cozinha, mas desta vez estava nua.
Tinha um corpo escultural devido á ginastica e aulas de dança. Tudo em seu lugar, firme e proporcional.
Tentei resistir, pois estava impactado. Esperava algo, mas não tão imprevisível como o que estava ocorrendo.
Por mais que tentasse, não resisti e entreguei-me á situação.
Transamos na pia, na mesa e até sobre o fogão. Sorte nossa que não termos usamos antes.
Não conseguimos para na primeira, e continuaríamos muito mais não fosse meu celular tocar lá pelas quatro horas.
Era Eduardo querendo notícias.
Eu atendi ao telefone informando que já estava á caminho, porém como estava longe ainda demorei algumas horas.
Continuamos até que pássaros cantavam na árvore da frente. Era de manhã.
Nós nos despedimos e fui para o hotel.
Cheguei á porta de Eduardo ás seis e meia, bati e ele atendeu.
- Pode ir dormir. Falei e fui para meu quarto. A porta se fechou á minhas costas.
Acordei por volta de onze horas e apesar de dormir pouco estava animado.
Liguei para a portaria do hotel para saber de algum recado, mas nada foi informado.
Fui para a academia, treinei um pouco, quase uma hora e voltei para o quarto.
Pretendia tomar um banho e descer para um bom café da manhã.
Ao entrar no quarto, Elen estava á minha espera.
- Fiquei sabendo que você anda fugindo á noite. Nós não estamos aqui á passeio. Percebi que não era isto que a incomodava.
- Enquanto eu estiver fazendo o que vim para fazer, não, mas o tempo que sobra, sim, é passeio.
- Eu só me preocupo com a sua segurança. Insistiu Elen.
- Eu estou seguro. Falei enquanto entrava no banheiro.
Não fechei a porta e tirei a roupa. Já estava na ducha quando Elen da porta do banheiro falou:
- Eu ainda confio em você. Ela falou me olhando pelo vidro transparente do box e saiu.
Ás três da tarde estivemos novamente na Universidade onde técnicos e doutores falaram informalmente comigo, com Ricardo Regis e com Alex Baba.
Trocamos informações e detalhes.
Ficamos até oito horas da noite e terminamos nossa visita á Universidade e á Toronto.
No hotel, já em meu quarto, o interfone anunciou que Denise estava no saguão.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
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11/04/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 097


No Capítulo anterior...

Encerrada a fase de entrevistas fomos para o auditório.
Entramos e fiquei encantado com o tamanho. Muito grande e muito magistral.
A palestra começou com apresentação do projeto, filmes e slides mostravam uma retrospectiva das deficiências humanas e evoluções.
Foram quarenta minutos que, a meu ver, tudo conversa fiada.
Até o inicio de minha apresentação o pessoal da palestra estava fascinado, porém quando comecei a apresentação, faltou o pessoal babar.
Dei três saltos, duas corridas e algumas piruetas. Foi o suficiente para ter aplausos por dois minutos ininterruptos.
Os professores que estavam nas primeiras fileiras cochichavam uns nos ouvidos dos outros.
Era um furor.

Continuação...

Passada a apresentação, responderam-se algumas perguntas e estava encerrada a palestra.
Fomos para a van. Nosso destino seria o hotel.
Á saída, Denise estava na porta. Peguei-a pela mão e entramos na van.
A van saiu pela avenida da universidade.
Perguntei á Denise se havia assistido á palestra se havia gostado.
- Crazy!, Veri crazy. Repetia varia vezes.
Não demorou e a van parou em frente ao Tump International. Descemos e o pessoal entrou.
Denise e eu fomos dar uma volta nas imediações.
Era cedo e nada tínhamos para fazer durante o dia.
Andamos nos parques das imediações, lojas e até de bonde andamos.
Fomos até a torre de Toronto. A terceira mais alta do mundo.
Fizemos uma pausa para o almoço.
Durante o almoço, Denise contou um pouco de sua vida e eu da minha. Claro.
Denise vem de uma família tradicional Canadense, que há mais de cento e cinquenta anos migrou dos Estados Unidos para Toronto á fim de se estabelecer em uma cidade nova.
Falou de seus gostos e de sua rotina. Com vinte e três anos estava no terceiro ano de engenharia genética.
Gostava muito do que fazia, porém se dedicava mais ao teatro que á disciplina.
Dizia que estudar na faculdade era muito fácil e o teatro lhe ensinava a abrir a mente para novas possibilidades, novos caminhos.
Após o almoço fomos conhecer o Royal Ontário Museum e para isto você não precisa necessariamente entrar em um museu, basta entrar na estação de metro mais próxima do museu.
Esculturas Egípcias adornam a estação. Muito bela.
A tarde passou muito rápido, pois no divertimos muito.
Já no início da noite fomos para um pub e lá Denise me apresentou colegas. E formamos um grupo de seis. Conversamos bastante sobre hábitos e costumes, de Toronto e São Paulo. Desfizemos alguns mitos e nos entrosamos bastante.
Saímos para outros dois pubs e conhecemos mais gente.
Conforme prometera bebemos o tal Maple Syrup, o qual eu confessei não ter gostado muito.
Um tipo de licor muito doce e sem um sabor marcante.
Continuamos na farra até uma e meia da madrugada. O pessoal se dispersou e ficamos só, Denise e eu.
Levei-a para casa.
Era próximo, alias a impressão que tive de Toronto é que tudo é próximo.
Denise morava em uma grande casa e aquela hora que chegamos, faltando pouco para as duas horas, sua avó materna assistia TV na sala.
Fiz menção de partir ao deixa-la na porta, mas ela não permitiu insistindo que entrasse.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

10/04/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 096


No Capítulo anterior...

- Estou pronto para pular, correr e faze acrobacias. Vamos?
Nós nos levantamos e fomos em direção á porta principal do hotel.
No caminho nos aguardavam Cássia Raquel, Alex Baba e Ricardo Regis no saguão de entrada.
- Onde estão Elen e José Reginaldo? Perguntei olhando para os lados na esperança de encontra-los.
- Já foram mais cedo. Somos só nós. Respondeu Alex Baba.
- Então vamos? Sugeriu Eduardo.
Fomos para frente do hotel onde uma van nos aguardava.
Na porta um mestre salas. Um cicerone nos aguardava.

Continuação...

Em um inglês formal e impecável se apresentou.
- Eu sou Raphael dos Santos Lima. Bem vindos á Universidade de Toronto. Estou á seu inteiro dispor.
Entramos e mal me ajeitei na confortável poltrona paramos.
Na verdade estávamos á umas doze quadras da Universidade. Seguindo pela Avenida das Universidades encontramos o Queen´s Park, contornamos e chegamos.
- Na volta irei á pé. Comentei com os companheiros.
Uma comitiva de quinze á vinte pessoas nos aguardava.
Eles carregavam enormes maquinas de fotografia e filmagem, microfones e blocos de anotação nas mãos.
Raphael, antes de abrir as portas informou naquele inglês de lordes.
- Isto não é a imprensa, embora pareça. São alunos da universidade e seus centros acadêmicos fazem questão de saber tudo que acontece por aqui. São interessados e participativos.
- Igualzinho no Brasil. Quando um cachorro faz cocô na calçada, publicamos o nome dele, a raça, se tem ou não pedigree. Acredite-me. Falei em zombaria, mas Rafael parece não ter entendido a piada e desconfiou que fosse verdade.
- Não chegamos á esse ponto ainda. Comentou Raphael.
Nós saímos da van e uma enxurrada de perguntas e fotos nos alcançou.
- Who is Deri?
- Who is a SIBORG?
- Who is a future´s mem?
Eu me apresentei á eles e como já tinha meia dúzia de respostas fornecidas pela equipe e decoradas respondi as perguntas que se encaixavam nestas respostas, as demais eu repetia: “são assuntos que serão apresentados na palestra”, e consegui agradar á todos. Pelo menos foi o que achei.
Uma bonitinha, que não tinha filmadora, máquina fotográfica ou bloquinho nas mãos foi a última á perguntar e para mim, foi a melhor pergunta.
- What you go make this nigth?
Pedi, com as mãos, silêncio á aquela plateia disforme e ruidosa.
- Qual o seu nome? Perguntei olhando nos lindos olhos verdes que havia me feito a pergunta.
- Denise Gabriel. Respondeu para que todos ouvissem.
Voltei á pequena multidão e respondi:
- Eu vou levar a Denise Gabriel para beber um “Maple Syrup”. Respondi para ver a reação dela.
As pessoas presentes aplaudiram e ovacionaram.
Denise que era muito branquinha ficou rubra, abriu um sorriso envergonhado, acho que não esperava tal resposta.
Encerrada a fase de entrevistas fomos para o auditório.
Entramos e fiquei encantado com o tamanho. Muito grande e muito magistral.
A palestra começou com apresentação do projeto, filmes e slides mostravam uma retrospectiva das deficiências humanas e evoluções.
Foram quarenta minutos que, a meu ver, tudo conversa fiada.
Até o inicio de minha apresentação o pessoal da palestra estava fascinado, porém quando comecei a apresentação, faltou o pessoal babar.
Dei três saltos, duas corridas e algumas piruetas. Foi o suficiente para ter aplausos por dois minutos ininterruptos.
Os professores que estavam nas primeiras fileiras cochichavam uns nos ouvidos dos outros.
Era um furor.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/