Senhores passageiros com destino a FANTASIA.

Queiram por gentileza sentar, apertar os cintos e Boa Viagem, Aventura e Entretenimento

Saga Derinarde

Acompanhe a história de nossa família!

Brasil

Que país é esse?

Sonhe

O Mega Canyon - Cuscuz com Picolé

Aniversários do Blog!

Estou feliz pelo aniversário

04/07/2012

Matando o tempo


No momento que cheguei até esta palavra, o início da frase “No momento” já é passado.
Rápido não?
                           
As ideias para continuar este texto e termina-lo estão lá longe, lá no futuro. Tão distante ainda não sei como vou termina-lo.
Demorado sim?
                              
O tempo é muito relativo e podemos ter a ilusão de manipula-lo, ou de não termos o controle algum sobre ele.
Veja um adolescente de quinze ou dezesseis anos, o tempo não passa para ele completar dezoito, um senhor de sessenta e poucos anos se lamenta, como a vida passou muito rápido.
 
A nossa percepção do tempo é algo que se bem trabalhado pode nos trazer um conforto maior, é difícil claro, mas é possível.
Não sei se realmente o tempo do tempo importa, mas sim, o que ele nos causou, como ele nos mudou ou como ele nos moldou.
                                 
Experiências passadas são ensinamentos, muitas vezes acontecidas rapidamente, e servirão para o resto de nossas vidas, não importando para isto, terem sido boas ou ruins.
Muitas vezes nos tomamos de afazeres e compromissos para nos final gritar: “-Não tenho tempo para nada”.
                                 
Outras tantas, acometidos de doenças e infortúnios, nos isolamos em um leito ou sala escura e tonamos a gritar: “-Não tive tempo de cuidar de mim”, más bastam sair desta situação, e abraçará a anterior.
                                
Eu sou bem um desses.
Eu me envolvo, me empenho e quase me afundo.
Mas eu gosto, eu fico feliz com isso.
Não reclamo muito de não ter tempo, aliás, eu tenho tempo, eu crio tempo.
Eu me convenço de que se quero fazer algo ou se preciso fazer algo, vou e faço.
                                  
Lógico que deixo de fazer outras tantas, mas é questão de prioridades, é questão de escolha.
Quem? No corre- corre de hoje? Pararia 100 dias para fazer uma viagem?
                              
Isto também é uma questão de vivencia.
Levante a mão o primeiro que acha que viemos neste mundo para trabalhar apenas.
Sobrará muito tempo, depois, para lerem seu epitáfio.
                               




“Não use drogas, a vida é uma viagem”
Os textos aqui constantes forada dm em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

03/07/2012

Depois de Boquete, Alajuela tem que rezar


Hora de sair do Panamá.
Vamos para Costa Rica. Próxima parada, Alajuela-COS.
                      

De Boquete-PAN á Alajuela-COS são 440 km que faremos em quase seis horas de estradas não muito boas.
Seguiremos pela Carretera Panamericana até o Rio Grande de Terraba, próximo á Palmar Norte, pois a Panamericana faz um desvio para o interior da Costa Rica e nós optamos pelo litoral do Pacífico, que é mais curto.
Alajuela é uma cidade da Costa Rica, capital da província de Alajuela. Está localizada na região metropolitana de San José. Alajuela é a cidade natal de Juan Santamaria, herói nacional da Costa Rica. O Aeroporto Internacional Juan Santamaria, principal aeroporto do país, está localizado a cerca de 3 km da cidade.
 
É limitada em parte pela Nicarágua. A sul e oeste é montanhosa e atravessada pelos extremos das cordilheiras Central e Vulcânica, com o vulcão Poas de 2.760 m; a restante parte do território é plana. A província é banhada pelos rios Cucaraja, Zapote e Frio, que desaguam no lago Nicarágua; O Pocolsolito; Poco Sol e San Carlos, afluentes do Rio San Juán; e ainda , o Jesús Maria e Barranca, que desaguam no Oceano Pacífico.
   

  

 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Os textos aqui constantes forada dm em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

02/07/2012

Cidadania – Sem Crime


                                                 
Esta semana, no facebook duas fotos postadas o compartilhadas me chamaram a atenção e discussão.

Uma delas era a chamada para redução da maioridade penal e outra de um carro muito mal estacionado, ocupando duas vagas de deficientes.

Ao mérito:
A maioridade penal, também conhecida como idade da responsabilidade criminal, é a idade a partir da qual o indivíduo pode ser penalmente responsabilizado por seus atos, em determinado país ou jurisdição.
A maioridade penal não coincide, necessariamente, com a maioridade civil, nem com as idades mínimas necessárias para votar, para dirigir, para trabalhar, para casar, etc.
Regime legal para jovens infratores (não-penal) – Em outros países, a legislação estabelece procedimentos e penalidades administrativas ou "medidas socioeducativas" para crianças ou adolescentes em conflito com a lei, situados abaixo da maioridade penal. É o caso, por exemplo, de três países da América do sul: Brasil, Colômbia e Peru, que adoptam esses procedimentos não-penais para jovens entre 12 e 18 anos.
                    Foto 
Das vagas para Deficientes: Art. 3º Os veículos estacionados nas vagas reservadas de que trata esta Resolução
deverão exibir a credencial que trata o art. 2º sobre o painel do veículo, ou em local visível para
efeito de fiscalização.
Art. 4º O uso de vagas destinadas às pessoas portadoras de deficiência e com
dificuldade de locomoção em desacordo com o disposto nesta Resolução caracteriza infração
prevista no Art. 181, inciso XVII do CTB.
                   Foto: Quando a estupidez supera todos os obstáculos. Que me diz ?

O nosso código penal, diria vovô código penal, foi escrito em 1940, na gestão do Presidente Getúlio Vargas e depois disso sofreu alguns remendos “meia boca” e sem muita discussão.
Convém acompanharmos, pois está em discussão e formatação o novo. Um número grande de advogados, juízes, em suma, juristas estão discutindo este novo código, e em breve levarão ao congresso.

                                    
É muito bom você acompanhar, tomar sua posição e se manifestar.
Em minha opinião a redução da maioridade penal deveria acontecer apenas depois de outras providências tomadas e entre elas a educação. Acho que não podemos inventar um equipamento para reter e recolher o leite que vai derramar, o equipamento deve ser o de evitar o derramamento e a escola é este equipamento.
O projeto de lei que corre na Câmara dos deputados eleva a verba da educação para 10% do PIB, o que hoje é de 7% mas mal chegam aos 5%.
                                   
Uma escola moderna, preparada e com ensinamentos á cidadania, profissionalizante, não só Matemática e Geografia.
Uma escola que ensine o que é certo e o que é errado, pois muito dos jovens de hoje, não só, mas principalmente os mais carentes, cometem erros sem a mínima noção de que é erro.
                                
Alguns podem dizer: “-Eles sabem muito bem o que estão fazendo”, e eu digo isso também, mas o que eles não sabem é o “porque” estão fazendo, ou melhor, estão fazendo porque foi assim que aprenderam, foi assim que sua situação e seu meio lhes ensinaram.
                                  
Pense no que passa na cabeça de uma criança que sofre espancamento e abuso, no mínimo moral de um pai alcoólatra. Ou uma mãe drogada. Ou outro parente que rouba e se prostitui.
No mínimo aquela frase coloquial: “Se todo mundo faz, eu também vou fazer” passa em sua cabecinha ainda não formada.
                               
No segundo caso, a do estacionamento da vaga de deficiente, e olhando a foto, existem pelo menos, três  irregularidades, a primeira é que o carro não tem adesivo de identificação de deficiente, as segunda é que ocupa duas vagas e a terceira é que não existe denunciante.
                               
Como em um post anterior: http://www.derinarde.com.br/2012/06/cidadania-um-crime.html, se não existe reclamante não existe o crime.
O motorista está errado?
Pode estar duzentas vezes errado com pode não estar.
Só será sabida a existência do crime, do erro, do motivo se denunciado e apurado.
A foto não diz nada.
Por exemplo: O motorista não deficiente pode, na pressa de atender uma pessoa deficiente numa emergência, ter largado o carro de qualquer maneira.
Também duvido, mas a foto continua não dizendo nada.
                    
A origem pode estar como no primeiro caso, na escola. Na cidadania ensinada na escola.
Pessoas conscientes cometem menos erros, pessoas conscientes ajudas e são ajudadas.
Nossa sociedade deveria ser mais humanista e menos jurídica.
Bem dizem que estamos evoluindo e estamos, mas como é lento.






“Não use drogas, a vida é uma viagem”
Os textos aqui constantes forada dm em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/