Senhores passageiros com destino a FANTASIA.

Queiram por gentileza sentar, apertar os cintos e Boa Viagem, Aventura e Entretenimento

Saga Derinarde

Acompanhe a história de nossa família!

Brasil

Que país é esse?

Sonhe

O Mega Canyon - Cuscuz com Picolé

Aniversários do Blog!

Estou feliz pelo aniversário

21/01/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 028


No Capítulo anterior...

- Então Elen é a herdeira natural dele. Digo herdeira do projeto?
- Não é bem assim. Elen em minha opinião e na de muitos cientistas, é a mais qualificada tecnicamente, mas papai não a quer no comando.
- Por que, se ela é tão boa?
- Como diria papai, Elen não tem limites éticos e morais para saber quando parar.

Continuação...

Soube um pouco mais da infância de Elen, de suas artes e cotidiano.
Nós nos despedimos e sai em direção á Avenida Ibirapuera a fim de pegar um taxi. Eu queria conversar com certa taxista.
Já na calçada aguardando um táxi livre passar, uma moto sobe na calçada onde eu estava e para com o pneu a poucos centímetros de minha perna. Tomei um susto danado e em um pulo para traz fechei a mão e ia pular de volta com a mão na cara do motociclista, ignorando até que ele estivesse de capacete.
Neste momento o motociclista solta um grito animado.
- Deri, você por aqui?
Era Cristianodiasl, o trilheiro do fim de semana.
- Seu filho da puta, eu tomei um susto “duca”, da próxima te acerto o nariz.
- O que que é isso, Deri, está muito assustado, está fugindo do marido de alguém?
- Nada, estava só distraído, faz assim, me leva na Paulista e está tudo certo.
- Sobe aí. E seguimos em direção á Avenida Paulista.
Andar em São Paulo de moto é uma maravilha, quer dizer, em comparação aos automóveis, anda-se não se arrasta.
Em poucos minutos estava na frente do prédio do consultório da Dra. Marcia, agora era só esperar Elo chegar ao ponto.
- Valeu Cristianodiasl, precisamos fazer outras trilhas.
- Vamos sim. E aqui? Vai encontrar algum figurão.
- Nada disso vou esperar uma pessoa para trocar umas ideias, por que da pergunta?
- É que parado aí está um figurão. Dá uma olhada no corte do terno italiano. O cara é banqueiro, tal de Rodrigo Andrey. Ele é destruidor de carros também. Vira e mexe e noticia de jornal.
- Mudei de ideia. Vou abrir uma conta no banco dele. Até mais, valeu.
Eu segui em direção á Rodrigo Andrey e já fui escalando.
- Rodrigão, grande Rodrigo, como vai, lembra-se de mim?
Antes que pudesse responder, usei as informações que já tinha.
- E ai desistiu daquele Camaro mesmo? É cara que nem eu, um amassadinho e perde a originalidade.
A cara dele é de quem não estava entendendo nada, mas a menção do carro já o tranquilizou.
- E você Rodrigo esta bem, carro a gente conserta, mas osso não, não é? Tem alguma coisa quebrada, recuperou bem? Os metais aí estão funcionando?
Ele respondeu-me parecendo sincero.
- Esses carros americanos são muito bons. Os mais seguros. Eu nunca quebrei um osso sequer.
A cara de bobo agora veio para mim.
- Como não quebrou? Você não tem, sic, equipamentos? Não veio falar com a Dra. Márcia? Não conhece a Elen? E aquela coisa do CENTRO? Fiz aspas com os dedos indicadores.
Ele me interrompeu em meio as minhas várias perguntas.
- Como você disse que era mesmo o seu nome?
- Bem eu não disse. É Deri e eu acho que fiz confusão.
Sua fisionomia modificou de imediato, ficou feliz com a descoberta.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

19/01/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 027


No Capítulo anterior...

Toquei a campainha e uma mulher de meia idade  abriu uma fresta na porta, o suficiente para a corrente de segurança ficar tensionada.
- Pois não?
- Eu gostaria de falar com Samantha, ela está?
- E que é você?
- Sou Deri, conheço a Elen e... Recebia porta na cara.

Continuação...

Resolvi esperar achando que fui ser anunciado, o que foi prontamente confirmado.
O som da corrente da porta anunciava o movimento de abertura.
Avistei uma mulher muito alva e muito bela, tinha características europeias fortes, cabelos muito loiros olhos muito verdes, alta e magra, lembrava o corpo de Elen, a qual eu já conhecia um pouco mais, mas as feições não se pareciam na da entre elas.
- Deri. Já ouvi falar de você. Entre.
Sentamos á sala e comecei a falar:
- Ouvi dizer que você é irmã da Elen, o Dr. Willian é seu parente?
- Ana Paula. Chamou Samantha e a figura da mulher se mostrou sem a correntinha da porta no rosto. Era Ana Paula Baptistella.
- Sim senhora?
- Aceita uma café, água, Deri?
- Sim, ambos.
- Ana Paula, ponha o café da manhã para dois.
- Sim senhora. Respondeu a Ana Paula e saiu.
Samantha retomou minha pergunta.
Elen é minha irmã adotiva, muito pequena perdeu os pais em um acidente que levou sua casa pelos ares. Ela foi retirada dos escombros muito ferida, mas sobreviveu.
Meu pai, Willian e minha mãe Mandy Derinarde eram vizinhos de Elen e como não tinham nenhum parente, Elen virou parte da família.
- E o que você sabe desse projeto?
Já sentados á mesa que Ana Paula preparara, continuamos a conversa.
- Muito pouco, mas isto é a vida de meu pai e a vida dele está acabando, deve se aposentar este ano, não tem mais saúde para continuar.
- Então Elen é a herdeira natural dele. Digo herdeira do projeto?
- Não é bem assim. Elen em minha opinião e na de muitos cientistas, é a mais qualificada tecnicamente, mas papai não a quer no comando.
- Por que, se ela é tão boa?
- Como diria papai, Elen não tem limites éticos e morais para saber quando parar.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

18/01/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 026


No Capítulo anterior...

- Mas e Danilo, Sabrina e Rodrigo? Por que não eles?
- Ah, você sabe deles? Eles não servem. Eles não são viáveis.
Entendi, naquele momento, que era apenas um projeto, um equipamento.
Por que não (pausa) uma batedeira de bolos?
Nós nos beijamos intensamente e á medida que íamos, lentamente, para o quarto peças de roupas eram atiradas o chão.

Continuação...

Foi uma noite interminável de carícias e muito sexo. Até que adormecemos.
Na manhã seguinte acordei com um enorme sorriso no rosto. Não porque a noite passada foi muito boa, foi realmente muito boa, mas por acordar com a sensação de Churchill.
Pode ser um pensamento machão, chauvinista, mas homem pensa assim.
Apesar da maravilhosa noite é preciso ter um troféu, um souvenir moral e este era o meu. O sentimento de Churchill.
O quarto estava silencioso e Elen não estava lá, o relógio marcava nove horas e eu não estava arrependido de perder a academia.
Fui para o banheiro e tomei uma longa ducha fria.
Ao me enxugar olhei seriamente para o cara do espelho, apontei com o indicador e antes de piscar com o olho esquerdo bradei a vitória;
- Você fudeu Hitler.
Eu saí ainda nu, em direção á cozinha, tinha esperança de ainda encontrar um pouco daquele suco.
Ao chegar á sala eu dou de frente com uma figura de lenço no pescoço. O susto foi mútuo.
- Rabelo, o que você faz aqui?
- Ooo bobinho, eu vim dar uma geral na casa da Dra. Elen, e você está atrasado para o quer que seja, preciso terminar logo pra ir para o consultório, então, pegue essas suas coisas e rapa fora. Apontando para minhas genitálias.
Eu me vesti enquanto Rabelo trocava os lençóis e esticava os já limpos.
Acho que é uma grande oportunidade de me aprofundar nessa Elen:
- Rabelo, como é essa Elen? Como ela vive? Do que gosta?
- Bobinho, ( pausa)  eu sou funcionário dela e não estou autorizado a discutir essas coisas com você. Por que não procura a irmã dela, ela mora no 62, está lá agora, o nome dela é Samantha Baptistella Felix.
- Mas esse sobrenome é o mesmo do Dr. Willian.
- Olha se eu não sair daqui agora, vou chegar atrasado. Você é bonitinho e tal, mas rapa, rapa, fora.
Estava no terceiro andar e resolvi subir até o 62.
Toquei a campainha e uma mulher de meia idade abriu uma fresta na porta, o suficiente para a corrente de segurança ficar tensionada.
- Pois não?
- Eu gostaria de falar com Samantha, ela está?
- E que é você?
- Sou Deri, conheço a Elen e... Recebia porta na cara.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

17/01/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 025

No Capítulo anterior...

- E onde eu entro nisso, o que você quer de mim? Quase implorando uma resposta que eu pudesse entender.
- Você tem uma semana para nos responder se continua ou pula fora e eu não quero corre nenhum risco. Você tem que continuar.
Eu ousei desafiar.
- E seu eu pular fora?

Continuação...

Sem mudar a expressão nos rosto Elen respondeu olhando em meus olhos.
- Eu faria qualquer coisa para você ficar.
Elen percebeu que me assustará, pegou a taça de vinho e começou a deslizar nos lábios, claro, de maneira sensual.
- Qualquer coisa mesmo? Perguntei começando a relaxar e já querendo tirar algum proveito.
- Q u a l q u e r. Elen respondeu pausadamente e quase sem som, mas o lábio á taça dizia muito mais e muito mais alto também.
Terminamos e Elen pagou a conta. Á saída me apresentou o Senhor Celso Watanabe, o proprietário do restaurante. Muito simpático e sorridente. Nós nos despedimos e deu a impressão que ficaria a noite toda fazendo reverencias. Mesmo da porta olhei para trás e o homem ainda se curvava.
O manobrista logo chegou com aquele carro amarelo, que á noite, ficou mais amarelo ainda. Entramos no carro e saímos.
Eu estava meio zonzo, pois o Whisky e o vinho passaram da minha cota. Percebi que não andamos muito, ainda estávamos na região da Ibirapuera.
O carro entrara em um prédio que parecia um Flat, contatei ao chegar ao apartamento.
Já no apartamento, sentei em uma confortável poltrona, Elen jogou a bolsa e as chaves em um móvel e ofereceu uma bebida.
Aceitei apenas um suco oferecido e enquanto Elen o pegava na cozinha veio um confuso sentimento de canalhice. Confuso, pois não sabia ao certo quem, daquele prédio, estava sendo mais canalha.
Elen voltou da cozinha com o copo de suco nas mãos, passou por trás de minha poltrona, ligou o equipamento de som e uma música clássica começou a tocar. Entregou-me o copo ao mesmo tem que sentava ao meu lado. Apertada entre o braço da poltrona e eu, apoiou a mão em meu peito, que agora estava exposto por ter alguns botões fora de suas casas.
- Por que você não continuaria no projeto? Você só tem a ganhar. Qualidade de vida, dinheiro, fama, quem sabe o que mais?
Foi difícil, mas consegui adiar alguns impulsos.
- Mas e Danilo, Sabrina e Rodrigo? Por que não eles?
- Ah, você sabe deles? Eles não servem. Eles não são viáveis.
Entendi, naquele momento, que era apenas um projeto, um equipamento.
Por que não (pausa) uma batedeira de bolos?
Nós nos beijamos intensamente e á medida que íamos, lentamente, para o quarto peças de roupas eram atiradas o chão.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

16/01/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 024

No Capítulo anterior...

- Como senhor?
- Só um Black Label, obrigado.
Bebi lentamente e quando Elen chegou não havia mais gelo no copo, nem Black, lógico.
Foi uma entrada triunfal.

Continuação...

Aquela mulher alta e esquia entrando deixou o mundo com a tecla de “slow motion” apertada.
Vestia um longo e colado vestido na cor salmon que deixava apenas suas canelas finas aparecerem sobre uma sandália altíssima. Cabelos castanhos, longos, ondulados e soltos que ora passava sobre os ombros ao olhar de um lado á outro.
Grandes olhos castanhos claros, contornados por riscos negros e precisos e emoldurados por suave verde deixavam-na com ar de ainda mais alerta.
Lábios carnudos sob um batom de um vermelho intenso.
Voltando ao belíssimo vestido. Com certeza Elen o deixava mais vistoso, um decote generoso fazia que redondos seios tivessem partes á mostra.
Um colar pendia de um pescoço fino e firme.
Elen não se dirigiu diretamente á mesa, foi para a esquerda e cumprimentou quem parecia ser o dono ou talvez o gerente. Acenou para duas meninas garçonetes e, ai sim, veio em meu encontro.
Nós nos cumprimentamos e eu achei que foi de uma maneira diferente, ou pelo menos foi um cumprimento. Não havia experimento isto ainda.
Ao sentar, uma das garotas, Meire Takahashi Melo, se apresentou a min, pois Elen já a conhecia.
Ao que perguntei.
- E a Solange, onde está a Solange, ela já está me atendendo.
Não houve resposta por parte de Meire e mesmo que houvesse, não haveria tempo, pois prontamente Elen falou.
- Quem nos atende é Meire.
Pronto, o mundo que estava colorido até então ficou preto e branco novamente e o “Reich” foi instalado.
Com a carta de vinhos aberta, Elen apontou para um título e mostrou á Meire. De imediato concordei com Elen. Não vi o nome do vinho, apenas que era um Cabernet, pois não foi para mim que Elen mostrou quando apontou. Tem que ser um bom vinho, pois a garrafa custa mais de trezentos “paus”. O que foi confirmado.
Durante o jantar falamos de muitas amenidades o que deixou o jantar alegre mais sem objetividade. Achei que era hora de enfrentar a “General Elen” quando pedimos a segunda garrafa de vinho, aquela mesma, de trezentos paus.
- Elen, o que você quer? Não sei o que esperar, como resposta, de uma pergunta assim.
- Quero ser a mentora do projeto. Respondeu automática e friamente.
- E onde eu entro nisso, o que você quer de mim? Quase implorando uma resposta que eu pudesse entender.
- Você tem uma semana para nos responder se continua ou pula fora e eu não quero corre nenhum risco. Você tem que continuar.
Eu ousei desafiar.
- E seu eu pular fora?

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

15/01/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 023

No Capítulo anterior...

- Posso pedir uma sobremesa?
- Claro, o garçom está ai na frente. E esse Rodrigo, tinha alguma mania, algum cacoete, alguma coisa que chamasse a atenção?
- Tinha sim. Ele é doido para me levar para a cama. Nossa como insiste. Mas sou fiel ao Capitão, meu marido.

Continuação...

Terminado a refeição, não imaginava como tanta comida poderia cabe naquela pequena mulher, paguei a com e ela me levou para casa.
O resto da tarde ficou reservado para inúmeras consulta á internet. Más nada eu achei diferente do que já sabia.
Parei com a foto de Elen na tela e um volumoso texto sobre seus dotes científicos, descobertas e prêmios.
O texto sob a foto chamou a atenção:
“Elen Perez a cientista mais cotada para ocupar o lugar do Dr. José Willian Baptistella”.
Banho tomado, barba feita uma roupa leve, mas adequado para a situação.
Uma última olhada no espelho.
Apontando o dedo para a figura do espelho disse antes de sair.
- Cara, (longa pausa) hoje, você pega essa mulher.
Cheguei cedo ao local combinado.
Hai Conveniências é uma loja com muitos artigos japoneses, dede comidas á utensílios de cozinha e decoração. É tipo “tendetudo” oriental.
Ao fundo uma porta ampla dá passagem a um grande salão de refeições. Vê-se que é algo recente, mas de muito bom gosto.
Sentei-me á uma mesa de canto e logo fui atendido por uma linda oriental.
- Boa noite, seja bem vindo á Hai Restaurante, meu nome é Solange Yoshimi e eu terei prazer em atende-lo. Entregando um lindo cardápio.
Pedi uma bebida para levantar a moral e dar uma desinibida.
- Um Black Label com bastante gelo e uma metralhadora.
- Como senhor?
- Só um Black Label, obrigado.
Bebi lentamente e quando Elen chegou não havia mais gelo no copo, nem Black, lógico.
Foi uma entrada triunfal.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

14/01/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 022

No Capítulo anterior...

- Senhor. Eu sou de deixar as coisas para lá, como diz o meu homem, mas tem algumas coisas que estão na cara, não dá para não perceber.
Interrompi Elo no mesmo momento.
- Elo, vamos á uma lanchonete. Ali na Dr. Arnaldo tem uma lanchonete, eu te pago o dia e te dou mais alguma coisa, nós precisamos conversar.

Continuação...

Entramos no Burdog e pedi um Hambúrguer Picanha, Elo pediu um X- Filé Mignon, um Hambúrguer Picanha, como eu, uma porção de fritas, um Milk Shake de chocolate e informou que depois pediria o resto.
Notei naquele instante como Elo era pequena. Não passava de um metro e meio e era muito franzina.
A maior dúvida naquele instante era para onde iria toda aquela comida?
Não perdi tempo e antes mesmo da refeição chegar, perguntei á Elo:
- Que detalhes você sabe dessas pessoas que foram para a Poli?
- Tem um advogado, tal Danilo Mazzolani. Parece muito cheio da “nota”, ele é gago e tem um cacoete muito engraçado. Parece que está espantando moscas. Vive levantando o braço direito. Ele vai todas a sextas-feiras da “casa de loucos”, ali onde pequei o senhor, para a Poli as onze horas, a corrida sempre dá por volta de dezessete reais, ele dá uma nota de vinte e não pede troco.
Estava conhecendo meus concorrentes.
- Quem mais?
- Tem a dona Sabrina, tem nome de prédio. Como é mesmo, ah sim, Baptistella. Sabrina Baptistella Comar. Essa é uma velhinha, coisa chata. Entra atrás e fica batendo no meu banco. Podia sentar do outro lado, mas não, senta atrás de mim e fica batendo no meu encosto, parece um relógio, tic, tac, tic, tac... A corrida pode dar R$ 16,85 que a velha fica esperando as moedinhas, muito muquirana. Vou te dizer, ela não precisa. Já levei ela para casa, e que casa. Um palacete, mas ela é muito muquirana.
- O outro é um banqueiro, aquele playboy que o pai morreu e ele se diverte por aí, o tal, Rodrigo Andrey Carvalho. Vire e mexe ele destrói um carrão. Hora Camaro, hora Porsche  Ouvi dizer que já transformou uma Ferrari em nada. Playboy. Esse me disse que não tem mais habilitação, pudera, habilitação para destruir carro... Vai e volta, da “casa de louco” para a poli e volta para a casa de louco”, a conta dá uns quarenta reais mas dá duas notas de cinquenta. Clientão.
- Posso pedir uma sobremesa?
- Claro, o garçom está ai na frente. E esse Rodrigo, tinha alguma mania, algum cacoete, alguma coisa que chamasse a atenção?
- Tinha sim. Ele é doido para me levar para a cama. Nossa como insiste. Mas sou fiel ao Capitão, meu marido.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

12/01/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 021

No Capítulo anterior...

- Senhor, tudo que vem, vai e, tudo que vai vem.
Achei engraçado, mas ao mesmo tempo muito infantil.
- Mas e seu demorasse muito? Tentei forçar a barra com Elo, a diminuta tolinha.
- Senhor, quem sai de um prédio pensando que é louco e vem para cá fazer testes, não demora muito.

Continuação...

Fiquei gelado e nenhum músculo do meu corpo teve condições de se mover, nem que por espasmos.
Elo continuou.
- Já trouxe para cá três pessoas nessas condições e foi igualzinho, sem contar o Rabelo, aquele “veadinho” de lenço no pescoço. Ele vem aqui toda semana.
O sangue voltou ao cérebro e consegui mover os lábios de forma muito dolorida e complexa.
- Quer dizer que não sou o único?
- Único “o que”, senhor? Em vir aqui? Não, não. Outros veem e vão.
- Não, não. Com essas coisas, esses, esses... equipamentos?
- Senhor, eu não sei o que esta falando, mas o meu ponto é ali perto da Paulista e já trouxe gente para cá, e como sei que não demoram, espero para ganhar a volta. Sabe, senhor, voltar batendo lata nem é bom.
Continuei com Elo.
- E essas pessoas que você trás, como são.
- Senhor, são pessoas iguais ao senhor. Eu só levo e trago.
- Mas não percebeu nenhum detalhe, nenhuma característica, alguma coisa que chamasse a atenção?
- Senhor. Eu sou de deixar as coisas para lá, como diz o meu homem, mas tem algumas coisas que estão na cara, não dá para não perceber.
Interrompi Elo no mesmo momento.
- Elo, vamos á uma lanchonete. Ali na Dr. Arnaldo tem uma lanchonete, eu te pago o dia e te dou mais alguma coisa, nós precisamos conversar.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

11/01/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 020

No Capítulo anterior...

Automaticamente bati continência, não sei ainda porque, mas deve ser reflexo de alguma coisa do médio que eles falaram há pouco.
Se existiu Gestapo, essa mulher serviu lá, e foi expulsa pelo próprio Hitler, com certeza.

Continuação...

Elen virou as costas e saiu. Atrás saíram Vilma, Rogério e a maquina lunar.
Após mais alguns cutucões no terminal Reginaldo virou-se para Luiz:
- Luiz, baixe a versão oito para o ttox4, mas aquela com eco de polaridade invertida e deixe pronto para o upgrade. No próximo release estará nele.
- Até semana que vem Deri. E Reginaldo saiu pela porta.
Já que estava a sós com o Luiz não poderia perder a chance:
- Luiz, tem alguém normal aqui dentro?
Ao que respondeu:
- Deri, você já ouviu falar na professora Tereza Nobrega?
- Não, não ouvi.
Continuou Luiz:
- O dia que você á conhecer verá que as pessoas aqui são os mais normais que já conheceu. Vai por mim.
Continuou Luiz.
- Deri, eu vou te falar uma coisa, mas se alguém perguntar, eu nego. Não confie muito nessa gente. Eles não estão nem aí para você. O negócio deles “é” eles.
Achei que aquilo era uma crise de ciúmes.
Fechei a camisa, baixei a barra da calça e saí.
Ao sair do prédio, meu objetivo era conseguir um táxi  o que não foi nenhuma dificuldade, no estacionamento da Poli tinha um.
Bati no vidro perguntando:
- Está livre?
E a resposta me surpreendeu.
- Sim senhor, livre e aposto.
Era Elo, aquela mesma que me trouxe até aqui.
Entrei disse que iria para o endereço de casa e seguimos.
- Elo, ficou aqui me esperando ou foi coincidência? Já acreditando na primeira alternativa.
- Senhor, tudo que vem, vai e, tudo que vai vem.
Achei engraçado, mas ao mesmo tempo muito infantil.
- Mas e seu demorasse muito? Tentei forçar a barra com Elo, a diminuta tolinha.
- Senhor, quem sai de um prédio pensando que é louco e vem para cá fazer testes, não demora muito.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

10/01/2013

Saga Derinarde II – Capítulo 019

No Capítulo anterior...

Luiz era enorme, tinha dois metros e treze de altura e deveria pesar uns 130 quilos, mas bem distribuído e devido á altura, ele até parecia um cara magro, mas muito forte. Aqueles de dar medo.
Ao se apresentar e apertar a minha mão o medo foi embora e aquele homenzarrão se mostrou muito educado e amável.
Elen perguntou ao Reginaldo sobre os resultados.

Continuação...

Que mulher essa Elen.
Ela podia ao menos dizer “boa tarde Deri”.
Ela podia dizer “Te trouxemos aqui para fazer alguns testes”. Que nada. Frieza em pessoa, o negócio dela era números, estatísticas, dados...
Reginaldo de pronto relatou:
- Bem, tudo normal, a interferência foi momentânea e se restringe á impulsos de ondas médias.
E Reginaldo, parecendo um autômato continuou a falar, porém em momento algum deixou de cutucar seu terminal.
- Algum equipamento de frequências médias emitiu um sinal que coincidiu com a codificação dos impulsos que veem do cérebro para o ttox4 e isso fez um movimento involuntário. Podemos fazer um bloqueio criando um eco de polaridade invertida.
Elen perguntou como quem tivesse a corda da guilhotina na mão e o pescoço de quem iria responder estivesse na outra extremidade da corda:
- Sim mais isso é muito simples, por que não fizemos logo de início?
Ficou sem resposta.
Achei que era minha deixa:
- Olá Elen tudo bem? Eu estou muito bem.
- Tomei um tombo, conversei com uma médica de loucos, fiz os mais estranhos exames e testes, estou com um problema de alguma coisa “médias”, o meu eco tá invertido, mas estou ótimo, obrigado por perguntar. E você está bem?
Incrível, mas ele olhou para mim, porém as orbitas de seus olhos tiveram uma defasagem de chegada.
- Nossa como você fala... Vamos jantar hoje. Ás 22:00 no Hai Conveniência Japonesa.
Não ficaria sem troco.
- Ué, mas lá não é só uma lojinha?
Peguei a dona sabe tudo.
-Eles cresceram muito, tem um restaurante oriental ótimo, esteja lá.
Automaticamente bati continência, não sei ainda porque, mas deve ser reflexo de alguma coisa do médio que eles falaram há pouco.
Se existiu Gestapo, essa mulher serviu lá, e foi expulsa pelo próprio Hitler, com certeza.

  Continua...


 “Não use drogas, a vida é uma viagem”
Trata-se de uma obra fictícia e os nomes utilizados nada tem haver com seus homônimos da vida real.
Os textos e imagens aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/