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28/06/2012

Panamá, seguindo viagem - Boquete


                                     
Já falei bastante do pequeno, mas formoso país Panamá, da crescente e turística cidade do Panamá e do trabalhoso e utilíssimo canal do Panamá.
O assunto não está esgotado, mas que tal Boquete?
                             
Seguiremos 480 km para oeste, ainda no Panamá para a região de Boquete-PAN.
A rodovia Pan-americana, aqui chamada de “Carretera Panamericana”, nos levará ao interior oeste do país, em direção á Costa Rica.
                              
Uma área rural extensa picotada por pequenas cidades e vilarejos. Estaremos andando de lado, feito caranguejo e em média a 4 mil metros de altitude, haja folego.
A atração em Boquete-PAN é o grande Vulcano Barú, o mais alto vulcão do Panamá.
 
O Vulcão Barú (em espanhol: Vulcán Barú ou Volcán de Chiriquí) é a mais alta montanha do Panamá, atingindo a altitude de 3474 m, e o vulcão mais alto do extremo sul da América do Norte. Fica a cerca de 35 km da fromteira Costa Rica-Panamá. Fica na Cordilheira de Talamanca, um pouco a sul da Dicisória Continental da América do Norte, na parte ocidental da província de Chiriquí.
Devido à sua altitude, em dias de boa visibilidade pode do cume do Barú observar-se tanto o oceano Pacífico como o mar das Caraíbas. A sua última erupção terá ocorrido em meados do século XVI.
Descobri, através de um site que das três saídas para a Costa Rica, a única que tem aduana é a que fica na Carretera Panamericana, o que nos obriga a voltar um certo trecho, mas nada que afete a viagem.
A aduana é necessária para a documentação de entrada dos carros, faz parte da burocracia.




“Não use drogas, a vida é uma viagem”

Os textos aqui constantes forada dm em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

27/06/2012

Cidade do Panamá


                       
No ano de 1670 a população teve um aumento significativo de 10,000 habitantes; contava a cidade antes do 28 de janeiro de 1671, quando Henry Morgan, com 1400 homens atacaram e tentaram saquear a cidade com bastante resistência; ainda que não pudessem saquear a cidade porque o Capitão Geral de Terra Firme, Dom Juan Pérez de Guzmán ordenou explodissem os depósitos de pólvora da cidade, isto provocou um gigantesco incêndio que destruiu totalmente a cidade. Como os piratas não puderam obter um grande botim perseguiram e saquearam os habitantes da antiga cidade que tinham fugido com seus pertences e coisas de valor. Com isto obtiveram bastante riqueza, suficientes para carregar com 195 mulas, e se retiraram das ruínas em 24 de fevereiro, com vários prisioneiros e escravos capturados. As ruínas da antiga cidade ainda se mantêm e são uma popular atração turística conhecida como Panamá a Velha.
 
A cidade do Panamá foi reconstruída em 1673, numa nova localização a 2km ao oeste-sudoeste da cidade original. Esta localização é conhecida atualmente como o Casco Viejo da cidade.
Durante a Segunda Guerra mundial, a construção de bases militares e a presença de grandes quantidades de militares e pessoal civil americanas trouxeram novos níveis de prosperidade à cidade. Através dos anos, no entanto, os benefícios dessa presença na área do canal significaram, desde a perspectiva dos panamenhos, uma afronta devido a que, até os anos 1960, os panamenhos tinham acesso limitado, ou não conseguiam alcançar várias áreas nas cercanias do Canal. Muitas dessas áreas eram zonas militares acessíveis só ao pessoal americano.
 
As mudanças que surgiram na nova Cidade do Panamá são dramáticas e competem a uma demanda inesgotável, desde o ano de 1999 com a saída das tropas norte americanas e a obtenção da soberania total do país. A Cidade do Panamá se converteu num dos centros de concentração mundial de estrangeiros criando-se assim o segundo sonho americano no sul. Desde o ano de 2002 a 2005 entraram à cidade 25,000 canadenses, vivem 300,000 colombianos, 15,000 hebreus: a população imigrante cresce impressionantemente.
 
A cidade precisou expandir-se para os céus, obtendo assim a construção dos edifícios mais altos da América Latina. Igual que o crescente número de shoppings internacionais, de centros bancários e de férias. E nós últimos anos a cidade vem recebendo o apelido de "Dubai Latina" devido e seu notável crescimento.
 
Cidade do Panamá é um lugar multicultural, com largas populações de muitas partes diferentes do mundo. Espanhol é falado pela maioria, e muitos falam alguma forma de Inglês. Atendimento ao cliente está melhorando lentamente, e surpreendentemente triste em hotéis. No entanto, nas ruas, Panamenses são na maioria extremamente amistosos e úteis e amariam dar-lhe algum conselho ou informação. Há grandes compras, das lojas de alta renda nos shopping’s a volta de Paitilla e no distrito bancário a volta de Via Espana, à verdadeiras pechinchas a volta de La Central (Avenida Central, agora tornada em uma passarela de pedestres) e o exterior do Shopping Los Pueblos. Você pode encontrar muitas lojas étnicas (a maioria Chinesa e Indiana), em certas partes da cidade.
                                




“Não use drogas, a vida é uma viagem”

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26/06/2012

Panamá


                         
O Panamá é um país da América Central Continental, pouco menor que o estado do Pernambuco-BRA
                                       
limitado a norte pelo Mar das Caraíbas, a leste pela Colômbia, a sul pelo Oceano Pacífico e a oeste pela Costa Rica. Sua capital é a cidade do Panamá. Situa-se no ponto mais estreito da parte continental da América Central, no istmo que se estende até a América do Sul. É dividido ao meio pelo canal do Panamá, que liga o oceano Atlântico e o oceano Pacífico
                                        

A cada ano, cerca de 14 mil embarcações (5% do comércio marítimo mundial) cruzam os 82 quilômetros do canal — que passou do controle dos Estados Unidos (USA) para o Panamá em 2000.
  
A população do país é formada por uma maioria de mestiços de índios e europeus. O setor econômico mais importante é o de serviços, que abrange as atividades financeiras e as rendas obtidas com a zona de livre-comércio de Colón, a exploração do canal e o registro de navios mercantes.
A economia do Panamá é bem diversificada, ela cresceu bastante nas últimas décadas devido ao porto da Cidade do Panamá, onde atualmente encontra-se o canal que leva o nome da cidade e do país, o Panamá é um forte polo industrial, sua economia é bastante diversificada nas áreas de agropecuária, mais especificamente no cultivo de milho, banana, café, arroz e cana de açúcar, o principal mineral é o sal. A economia se destaca também no turismo.
 
No Panamá viviam índios chibchas (que nada tem haver com Sãopaulinos), caribes, cholos e chocóes. O istmo foi uma das primeiras terras americanas descobertas e exploradas pelos espanhóis. Em 1501, Rodrigo de Bastidas percorreu as costas caribenhas. Cristóvão Colombo ancorou na baía de Portobelo em 1502 e, no ano seguinte, fundou Santa María de Belén, primeiro assentamento europeu em terras continentais americanas.
          Chibchas                                      Carines 

  
              Cholos                                        Chocóes
Em 1508, a coroa ordenou a colonização do istmo do Panamá (Tierra Firme) e nomeou Diego de Nicuesa como primeiro governador do território, denominado Castilla de Oro. Em 1510, Nicuesa fundou o porto de Nombre de Dios, na costa do Caribe.
Os movimentos nas colônias espanholas na América finalmente afetaram o Panamá, que em 28 de novembro de 1821 proclamou a independência. Poucos meses mais tarde, integrou-se à Grande Colômbia de Simóm Bolívar, ao lado da Venezuela, Colômbia e Equador, com o nome de departamento do Istmo. Sediou pouco depois o primeiro Congresso Interamericano, convocado por Bolívar em 1826. Em 1840 houve uma efêmera independência de 13 meses, seguida da reincorporação do território à Colômbia, como departamento do Panamá.
                    
Em 1846, um tratado entre o governo colombiano e os Estados Unidos permitiu a construção da ferrovia interoceânica, para a qual se garantiu neutralidade e livre trânsito. O descobrimento do ouro na Califórnia, em 1849, revalorizou o papel do istmo como via de comunicação entre as costas oriental e ocidental dos Estados Unidos. Seis anos mais tarde, inaugurou-se a ferrovia, uma das mais promissoras fontes de divisas do governo colombiano, que o levou a empreender múltiplas e intermináveis negociações para a construção do canal, só iniciada em 1880. A companhia encarregada do vultoso empreendimento, de capital majoritariamente francês, interrompeu os trabalhos em 1889 e, em 1898, a obra foi definitivamente paralisada. Os estados Unidos entraram então em negociações com a Colômbia e estabeleceram, para concluir a construção, um tratado provisório que nunca chegou a ser ratificado pelo Senado colombiano.
Em 3 de novembro de 1903, um movimento separatista proclamou a independência do Panamá em relação à Colômbia. Os Estados Unidos reconheceram de imediato o novo estado e enviaram forças navais que impediram a chegada de tropas colombianas para sufocar a rebelião. Quinze dias depois, foi firmado o Tratado Hay-Bunau-Varilla, ratificado pelo governo provisório do Panamá, e que concedia aos Estados Unidos o uso, controle e ocupação perpétua da Zona do Canal, uma faixa de 16 km de largura através do istmo. Em 1904 reiniciaram-se as obras. O canal só foi aberto oficialmente ao tráfego em 15 de agosto de 1914.
              
Em 1924 normalizaram-se as relações entre o Panamá e a Colômbia. Em 1936, a "política da boa vizinhança" preconizada pelo presidente norte americano Franklin Roosevelt permitiu um princípio de revisão do Tratado acima. Arnulfo Arias, eleito presidente em junho de 1940, aproveitou a delicada situação internacional para exigir do governo dos estados Unidos maiores compensações pelo uso bélico da Zona do Canal e da frota de bandeira nominalmente panamenha. Após sua queda, em 1941, o país entrou na segunda guerra mundial, seguindo as diretrizes dos Estados Unidos, que foram autorizados a operar em bases localizadas fora da Zona do Canal.
  





“Não use drogas, a vida é uma viagem”

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