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09/05/2012

Começa a contagem regressiva



Desde que comecei a escrever esse blog tenho nas paredes do café, mapas imagens e informações da viagem ao Alaska.



Esta semana inclui o contador de dias, para a contagem regressiva, pois faltam apenas um ano e passa muito rápido.



É bem legal interagir com as pessoas, tirar dúvidas, contar histórias e tem sido assim nos últimos seis meses.



São alunos da escola ao lado, funcionários dos escritórios, frequentadores assíduos e outros nem tanto, que ao tomar seu café, açaí ou lanche, se deparam com o enorme mapa das Américas com a rota traçada e veem a mim com ar de curiosidade e espanto: “Vocês são loucos?”, ”Você também vai?”, ”Quanto tempo leva?”, “Quanto custa?”, “Vão de carro?” e por aí a fora.



Vê-se em cada olhar, junto com as perguntas, um brilho de admiração ou inveja, no bom sentido, de querer participar, querer ir junto e posso garantir que ao menos virtualmente todos irão, pois não deixarei de postar cada momento, cada lugar, cada pessoa que encontrar.
  


A equipe esteve ontem, 08/05 almoçando, lá no café. A visita prazerosa de Bob, Carlão, Cris e Rubão é sempre motivo de recordações e novos passeios.


Da esquerda para a direita: Carlão, Bob, Rubão, Cris e eu.




“Não use drogas, a vida é uma viagem”

Á Os textos aqui constantes forada dm em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/         

08/05/2012

Saga Derinarde XIV – A nova casa dos Avós



Conforme comentei em posts passados, meus avós mudavam muito. Venderam a casa vizinha á nossa e mudaram logo.

                                                      

A nova casa não era longe, pois dava para ir á pé e é o que fazíamos todo final de semana.

                                         

O terreno era muito grande, quase uma chácara e era em declive. Na entrada, o ponto mais alto do terreno, tinha um portão de madeira, tipo entrada para carro, alto muito alto e sua continuação era de tijolos.  Não lembro a largura do terreno, em metros, mas era mais largo que a rua, mas isso nada era em relação ao comprimento. Até chegar á casa eram de 10 a 15 metros, depois vinha a casa, sei lá, uns 8 metros e depois vinha o pomar, mais uns 25 a 30 metros.

     

No pomar tinha mamão, laranja, mexerica, abacate, manga, bananas, couve, ervadoce, tomate, morangos, temperos e mais outras plantas.

                                

Tinha galinha,  pato e ganso, eventualmente, porco e coelhos.

   

Dia de matar animal era uma festa que começava bem cedo e se estendia pelo dia todo.
Não ficava nem um pouco assustado quando a faca atingia o coração do porco sob seu braço ou quando puxava a pele do coelho deixando-o literalmente do avesso. Torcer o pescoço de um frango e deixa-lo debater no chão são coisas, hoje, consideradas cruéis, mas na época comíamos tudo aquilo, não vinham em latinhas ou embalagens á vácuo.

       

Adorávamos roubar morangos, amoras e outras coisas de época.
A casa ainda tinha um poço com agua gelada e muito saborosa. Tinha forno a lenha de onde saiam pães e assados fantásticos.

      

Vocês viventes de hoje podem não acreditar, nessa época não existiam celular, computador, jogos eletrônicos e outras coisas que vocês vivem lingados, mas eu era feliz, muito, muito feliz.
Um dia meu avó foi sequestrado, ficou um dia amarrado e fugiu, depois disso desgostou, vendeu tudo e se mudou. Bem, achava mesmo que era só questão de tempo, eles sempre mudam.





“Não use drogas, a vida é uma viagem”

Á Os textos aqui constantes forada dm em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/