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24/01/2012

Resumo Geral – Buscando o Atlântico, onde o Riohacha


Passados as festas, os passeios, passado o treinamento, darei continuidade á ida ao Alasca.

                               

Como parei em Teruel-COL, isso Teruel, não, não Baruel, Baruel é aquele spray pra chulé (Tênis pé Baruel). Bem de Teruel-COL partiremos rumo ao extremo norte da América do Sul, mais precisamente Riohacha-COL (Um trocadilho aqui poderia ser ofensivo, e como não queremos ofender ninguém, hoje, nenhum trocadilho).

                 

 A esticada é de 1410 km e, lembrem-se, estamos na crista da cordilheira, resultado: Estradas ruins, cheio de curvas e lentidão. A ideia é fazer uma parada estratégica em Bucaramanga-COL.
No caminho passaremos por Bogotá-COL, são 343 km depois de Teruel.
Bogotá, anteriormente conhecida como Santa Fé de Bogotá é a capital e a maior cidade da Colômbia. É também capital do departamento de Cundinamarca e forma o Distrito Capital. Foi fundada em 1538 por Jiménez de Quesada, tendo sido a capital do Vice-Reino de Nova Granada até à independência. Como o principal centro financeiro, cultural, administrativo e urbano do país, Bogotá possui aproximadamente 7,2 milhões de habitantes (2010) residindo apenas em seu núcleo urbano, enquanto que a Região metropolitana de Bogotá, que engloba todas as cidades e povoados vizinhos, possui aproximadamente 8,5 milhões de habitantes (2010), sendo portanto, dessa forma, a 4ª mais populosa cidade da América do Sul, superada somente por São Paulo, Rio de Janeiro e Buenos Aires. Sua altitude (2.640 metros acima do nível do mar) a coloca como a 3a capital de maior altitude do mundo, atrás apenas de La Paz na Bolívia e de Quito, capital do Equador.

         



Os textos aqui constantes foram em parte ou todo coletados na internet.  http://www.google.com/ http://www.wikipedia.com/

23/01/2012

Tentando Paraty – Resumo Geral


Saímos de casa para passear, e apesar da chuva, passeamos. Lógico, se o tempo estivesse bom teria sido muito melhor, mas aproveitamos bastante e apenas nos incentivou a repetir em outra ocasião. Os lugares em que fomos não surpreendeu, mas muito menos decepcionou. Considerando os lugares visitados e os não visitados também, pois não aumentamos ou diminuímos o percurso, rodamos 3550 km e na fila foi e ficou: Rio das Ostras-RJ, Guarapari-ES, Vitória-ES, Mucuri-BA, Nova Viçosa-BA, Prado-BA, Alcobaça-BA, Cumuruxatiba-BA, Porto Seguro-BA(Arraial d´Ajuda e Trancoso), Santa Cruz de Cabrália-BA e Rio de Janeiro-RJ.

                    
                 

Foram consumidos cerca de 360 litros de diesel, a um custo médio de R$ 1,95 o litro, só passa de R$ 2,00 em São Paulo, gastamos cerca de R$ 705,00. As diárias de pousadas variaram de R$ 70 á R$ 130, o casal. Refeição um valor médio de R$ 14,00 por pessoa e sem restrições e sem abuso também. Gasto com bebidas e extravagancias, não passaram de R$ 250.
Se tudo corresse conforme o script inicial, com uns R$ 2500 por casal com “allinclusive”, e cá entre nós, conhecer o que conhecemos, quem conhecemos, o que fizemos, sem propaganda de cartão de crédito, não tem preço.

Todas as fotos estão disponíveis em www.facebook.com/derinarde <nome do álbum>
nomes de álbuns: Rio das Ostras, Porto Seguro, Trancoso, Nova Viçosa, Cabrália, Itamarajú


                                            Próxima Etapa : Em fevereiro irei para Ijuí-RS



20/01/2012

Voltarei á Rio das Ostras – Tentando Paraty


Almoço bom, descanso merecido, bora pra estrada. Se existe uma estrada com visual bonito neste Brasilzão é esta, a BR-101. Se não nos preocuparmos com divisa e nacionalidades esta estrada entra no Brasil pelo Chuí-RS, mas vem de antes disso. Se considerarmos apenas a parte oceânica, podemos considera-la desde Nueva Palmira no sudoesta do Uruguai, passando por Montevideo e Castillos antes de entrar no Brasil e vai subindo até São Miguel de Touros-RN onde se confunde com a RN-022. É certo que alguns pedaços são precários e outros nem existe más a paisagem que ela oferece (pausa). São mais de seis mil quilômetros de praias e penhascos. Alguns hão de falar: - Não dá para chegar no Rio Grande-RS pela BR e coisas parecidas. Correto, mas considerei isso quando disse: - Alguns pedaços são precários e outros nem existem.

                  
O pedacinho que percorri, não passou de 1600 km, mas foram lindos 1600 km.
A chuva que ia e vinha engrossou quando estávamos passando por Angra dos Reis-RJ, passamos por Paraty-RJ e nem pensamos em deixar a estrada, como tenho um cunhado em Ubatumirim, tocamos para Ubatuba-SP. Não havia levado o endereço e achava que sabia chegar, ledo engano. Entramos na praia de Ubatumirim, foram alguns km de areia com chuva e costelas (ondulação na areia devido passagem de veículos, trepida tudo) e vai pra lá, vem pra cá, pergunta aqui, pergunta alí, não encontramos, descobri, depois em casa que a praia era outra, Estaleiro, mas tudo bem.

Willian, fico devendo esta, da próxima te acho.

Não adiantou brigar com o clima, desta ele venceu. Vamos para casa. Em Ubatuba-SP pegamos a rodovia Osvaldo Cruz que sai em Taubaté-SP e dali para São Paulo, um tirinho, 21 Horas estávamos no banho. Home sweet home.

                           

19/01/2012

Um destino incerto para o Sul – Voltarei á Rio das Ostras


Pela manhã decidimos dar uma volta na praia para explorar o local, mas a ideia foi frustrada quando uma garoa forte começou. Tomamos café da manhã, colocamos as malas no carro e decidimos ir para Paraty-RJ.
No caminho, ainda em Rio das Ostras, paramos para fotos e fizemos o caminho da orla para apreciar um pouquinho mais. Que cidade gracinha. Foi aí que decidimos, voltaremos a Rio das Ostras.



                                     Escultura em metal de baleia Jubarte em tamanho natural



Na estrada, mais chuva. Chegamos ao Rio de Janeiro, cidade maravilhosa. Ao invés de pegarmos a BR-101, após a ponte Rio-Niterói decidi dar uma volta pela cidade. Não paramos em lugar algum, mas passamos no porto onde estavam 2 luxuosos transatlânticos, no centro, glória, Flamengo e Botofogo, avistamos o morro da Urca, Leme e Copacabana, passamos sob o corcovado, aos pés do Redentor, sob o bondinho do Pão de Açúcar, Ipanema, e Leblon, no túnel Rebouças, avistamos diversas favelas. Foi um tur, um verdadeiro tur pelo Rio de Janeiro.





Voltamos ao nosso itinerário pela Avenida Brasil. Pegamos a avenida do início ao fim, sabe lá o que é isso? São 58 km de avenida, quer dizer, avenida só no nome, é uma estrada. Bem esta senhora avenida termina na Rio-Santos, nossa velha BR-101. Uma pequena correção, ela é a BR-101 com o nome de avenida. Pronto, ficou melhor assim.
Como já eram 13 horas e nosso estomago gritou mais alto e continuo que que o barulho do carro, paramos em um posto de combustível onde param caminhoneiros. Estava abarrotado de caminhões e automóveis, sabe o que significa? A comida é muito boa. Foi lá mesmo nosso almoço. Pedimos 2 pratos e logo a atendente perguntou se estávamos esperando mais alguém. Sem entender, disse que não porém perguntei por que? Ela então apontou para a mesa do lado onde estavam 4 brutamontes e disse: - Eles comem essa quantidade, mas vocês, eu duvido, peçam apenas um. De pronto aceitamos e se pudesse pediríamos meio. Para se ter uma ideia, quando ela sai da cozinha não parou de por alimentos sobre a mesa, veio: arroz, feijão, macarrão, frango, costela, linguiça, batata cozida e frita, salada, maionese, vinagrete, farofa e mais alguma coisa que não lembro agora. Uma comida muito saborosa e muito farta. Tai uma grande dica, posto de estrada onde tem movimento de caminhoneiro você come muito bem e barato, a conta saiu R$ 27,50, com refrigerantes.